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Museu do Recôncavo reabre com novo conceito após 25 anos fechado

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Depois de 25 anos fechado, foi reaberto o Museu do Recôncavo Wanderley Pinho, que abriga um acervo com parte da história da região baiana que circunda a Baía de Todos-os-Santos.

O casarão histórico do século XVI, localizado no antigo Engenho Freguesia no Distrito do Caboto, área rural da cidade de Candeias, foi restaurado e requalificado, e reabre com novo conceito e proposta de reflexão sobre o passado escravocrata que marcaram o ciclo do açúcar no Brasil.

As exposições multimídia, iluminação cênica, espaços de ocupação e áreas renovadas priorizam agora narrativas negras e indígenas, destacando memórias antes silenciadas pela história oficial. O objetivo é trazer uma reflexão crítica para o visitante sobre o período colonial e escravocrata no Recôncavo Baiano.

O museu conta com cinco núcleos expositivos, que apresentam fotos, documentos, mobiliário e elementos que remetem ao período colonial. O percurso também conta com a Capela de Nossa Senhora da Conceição da Freguesia.

O destaque da reabertura é a exposição temporária “Encruzilhadas”, que reúne quarenta artistas brasileiros e africanos, entre eles Mestre Didi, Pierre Verger, Rubem Valentim e Alberto Pitta. Já o acervo permanente conta com duzentas e sessenta peças históricas, que teve 141 um itens restaurados, incluindo imagens sacras dos séculos dezessete a dezenove, restauradas pela equipe do artista plástico, restaurador e professor José Dirson Argôlo.

O investimento de cerca de R$ 42 milhões contemplou ainda a urbanização do entorno, a implantação de 136 câmeras de segurança e a construção de um novo atracadouro, que permitirá o acesso também pelo mar.

O museu funcionará de quarta a domingo entre 10 e 17 horas, com acesso gratuito.


Fonte: EBC Cultura

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Brasileirão: Maceió sedia o campeonato nacional das quadrilhas juninas

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São João Fora de Época, Festa Julina, Ressaca Junina… Seja qual nome queira dar, o certo é que podemos dizer que já é uma tradição em várias cidades brasileiras a continuidade dos festejos juninos durante o mês de julho.

A cidade de Maceió (AL), segue no ritmo de São João e recebe entre os dias 23 e 26 de julho o 11º Campeonato Brasileiro de Quadrilhas Juninas.O evento tem duração de 4 dias e é totalmente gratuito.

Promovido pela Confederação Nacional de Quadrilhas Juninas e Grupos Folclóricos do Brasil a festa vai movimentar o turismo e a economia da capital alagoana, sendo mais um atrativo da temporada de férias. 24 estados, além do Distrito Federal terão grupos representantes.

A ordem das apresentações, que acontecem no Parque da Pecuária, no Prado, foi confirmada por sorteio e está disponível no Instagram @brasileiraodequadrilhasjuninas. A competição interestadual será nos dias 25 e 26 de julho. No sábado, começando às 17h e no domingo às 16h.

Serão mais de 3 mil bailarinos defendendo os temas e histórias que cada quadrilha vai homenagear. A “Inovação” de São Paulo, por exemplo, apresenta o tema Apocalipse – O Último São João, onde o grupo faz uma reflexão sobre a perda das tradições, da memória e dos laços que unem o povo, enquanto os pernambucanos da “Raízes do Nordeste” trazem o tema Romance do Pavão Misterioso, fazendo um mergulho musical pelo universo da literatura de cordel.

Já a Campeã brasileira em 2024, a Junina Garranxê, do estado de Roraima, faz uma homenagem ao povo potiguar da cidade de Mossoró, com o tema Resistência, a quadrilha revive a coragem do povo mossoroense diante da invasão do bando de Lampião à cidade.


Fonte: EBC Cultura

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