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Mosaico é destaque do 41º Salão do Artesanato Paraibano em João Pessoa

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O mosaico técnica artística, que transforma fragmentos de vidro, cerâmica e pedra em peças de arte e decoração, é o destaque do 41º Salão do Artesanato Paraibano, em João Pessoa, entre os dias 9 de janeiro a 1º de fevereiro. O evento, que reunirá mais de 600 artesãos, pretende fortalecer a geração de renda no setor artesanal. Segundo a gestora do Programa do Artesanato Paraibano, Marielza Rodrigues, a escolha do mosaico valoriza o trabalho manual e a identidade cultural do Estado.

“Nós temos a expectativa de mais de 120 mil pessoas passarem no evento, que a gente sabe que João Pessoa hoje vive o melhor momento turístico. Todos os hotéis estão lotados, todas as companhias aéreas com voos lotados. A gente espera que mais de 120 mil pessoas passem por aqui. São 6 mil metros de área construída, toda climatizada, como vocês estão vendo, com ar-condicionado, bebedouro, os áudios ao longo do percurso, para que não só o artesão, mas como visitante e o turista não passem cedo nesse calor enorme. Então, a gente está preparando com muito carinho para recebê-los.”

Além da feira, parte da programação inclui ainda um desfile de moda marcado para o dia 31 de janeiro, que será conduzido pelo estilista Ronaldo Fraga. Para a mosaicista Andréa Carrino, uma das homenageadas desta edição, o evento lança luz sobre seu projeto social.

“O meu trabalho, ele se destacou em João Pessoa, porque foi um trabalho social que eu tive há 19 anos atrás, com crianças carentes e menores infratores. Então, essas pessoas eu ensinei o mosaico e coloquei algumas no mercado de trabalho. Algumas que eu via que tinham realmente aptidão para o trabalho, elas fizeram parte da minha equipe e foram inseridas no mercado de trabalho.”

O 41º Salão do Artesanato Paraibano reforça como técnicas tradicionais seguem vivas e continuam gerando trabalho, trabalho e renda na Paraíba.


Fonte: EBC Cultura

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SP: Polícia recupera obras roubadas do pintor francês Matisse

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Oito obras do pintor francês Henri Matisse, roubadas em dezembro do ano passado, foram recuperadas nesta quinta-feira (13). Segundo a Polícia Civil de São Paulo, as gravuras da série Jazz estavam em um apartamento no centro de São Bernardo do Campo, na região metropolitana. Um homem que estava no imóvel foi preso por receptação.

As obras de arte estavam em exposição na Biblioteca Mário de Andrade e o roubo ocorreu em questão de minutos, em uma manhã de domingo, último dia da mostra. Os criminosos renderam uma vigilante e um casal que visitava o local, colocaram as obras numa sacola de lona e fugiram pela saída principal.

Além das gravuras recuperadas, foram levadas outras cinco peças,  todas da série Menino de Engenho, do artista brasileiro Candido Portinari, que seguem desaparecidas.  

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que o roubo foi cometido por um grupo especializado que vem sendo desarticulado pelas autoridades.  

Dois homens e uma mulher foram presos ainda em dezembro, após a análise de imagens de câmeras de segurança da região.

Em abril, uma operação da Polícia Federal no Rio de Janeiro prendeu outros dois integrantes da organização durante uma tentativa de roubo. Um deles é suspeito de ter planejado o roubo à Biblioteca Mário de Andrade.

A prisão levou à realização de buscas e apreensões em imóveis ligados ao grupo nas cidades de São Paulo, São Bernardo do Campo, Diadema e Rio de Janeiro.  

As diligências ajudaram a reunir informações que auxiliaram a operação realizada nesta quinta-feira, resultando na recuperação das oito obras de Matisse.


Fonte: EBC Cultura

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