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Festival de Documentários “É Tudo Verdade” exibe 75 filmes em SP e RJ

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Um dos maiores eventos do cinema documental da América do Sul, o Festival Internacional de Documentários “É Tudo Verdade” exibe 75 filmes entre longas, médias e curtas-metragens de 25 países. Com entrada gratuita, as sessões acontecem em quatro espaços da capital paulista: no Centro Cultural São Paulo, Cinemateca, Cinesesc e Instituto Moreira Salles, além de três salas do Estação NET no Rio de Janeiro.
Entre as estreias mundiais, está “Vivo 76”, dirigido por Lírio Ferreira, que celebra os 50 anos do álbum “Vivo!” de Alceu Valença, um marco da psicodelia pernambucana. E a música também é destaque no documentário “Apopcalipse Segundo Baby” de Rafael Saar sobre a trajetória da cantora Baby do Brasil. 

Nesta edição do festival “É Tudo Verdade”, chama a atenção o número de realizadoras mulheres, que dirigiram 40 títulos da programação. “Carcereiras”, documentário de Julia Hannud, que retrata o cotidiano de duas agentes penitenciárias em seus trabalhos em unidades prisionais, faz sua estreia mundial na mostra. Sabrina Zimmerman, produtora do filme “Carcereiras”, conta que o olhar feminino se dá por conta de boa parte da equipe ser formada por mulheres.  

A cineasta Vivian Ostrovsky é homenageada numa retrospectiva que apresenta 14 filmes de sua carreira no cinema experimental. Aos 80 anos, nascida em Nova York e criada no Rio de Janeiro, Ostrovsky também é retratada no documentário inédito dirigido por Fernanda Pessoa, que captura um fim de semana em Copacabana com conversas sobre processo criativo e mulheres no cinema. Amir Labaki, diretor e fundador do festival, destaca a produção feminista e bem humorada da diretora e também a novidade deste ano para o público infantil.

Outros cinco documentaristas também são homenageados: Jean-Claude Bernardet, Luiz Ferraz, Rubens Crispim Jr, Silvio Da-Rin e Silvio Tendler. 

O evento, voltado para o cinema não-ficcional, realiza quatro mostras competitivas: brasileira, internacional, de curtas e longas ou médias-metragens.

A programação completa está no site “etudoverdade.com.br” 


Fonte: EBC Cultura

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Brasileirão: Maceió sedia o campeonato nacional das quadrilhas juninas

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São João Fora de Época, Festa Julina, Ressaca Junina… Seja qual nome queira dar, o certo é que podemos dizer que já é uma tradição em várias cidades brasileiras a continuidade dos festejos juninos durante o mês de julho.

A cidade de Maceió (AL), segue no ritmo de São João e recebe entre os dias 23 e 26 de julho o 11º Campeonato Brasileiro de Quadrilhas Juninas.O evento tem duração de 4 dias e é totalmente gratuito.

Promovido pela Confederação Nacional de Quadrilhas Juninas e Grupos Folclóricos do Brasil a festa vai movimentar o turismo e a economia da capital alagoana, sendo mais um atrativo da temporada de férias. 24 estados, além do Distrito Federal terão grupos representantes.

A ordem das apresentações, que acontecem no Parque da Pecuária, no Prado, foi confirmada por sorteio e está disponível no Instagram @brasileiraodequadrilhasjuninas. A competição interestadual será nos dias 25 e 26 de julho. No sábado, começando às 17h e no domingo às 16h.

Serão mais de 3 mil bailarinos defendendo os temas e histórias que cada quadrilha vai homenagear. A “Inovação” de São Paulo, por exemplo, apresenta o tema Apocalipse – O Último São João, onde o grupo faz uma reflexão sobre a perda das tradições, da memória e dos laços que unem o povo, enquanto os pernambucanos da “Raízes do Nordeste” trazem o tema Romance do Pavão Misterioso, fazendo um mergulho musical pelo universo da literatura de cordel.

Já a Campeã brasileira em 2024, a Junina Garranxê, do estado de Roraima, faz uma homenagem ao povo potiguar da cidade de Mossoró, com o tema Resistência, a quadrilha revive a coragem do povo mossoroense diante da invasão do bando de Lampião à cidade.


Fonte: EBC Cultura

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