Cultura
Centro Histórico de Salvador tem programação de Dia do Forró no sábado
Cultura
O Centro Histórico de Salvador recebe neste sábado um show especial em celebração ao Dia do Forró. O encontro vai reunir os cantores Jeanne Lima, Tico e Luana Ingry, que revela as suas expectativas para a apresentação. “Ah, eu estou com a expectativa assim, altíssima, né? Estou super empolgada”. 

Para a noite dedicada ao Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, a cantora preparou um repertório especial que mescla músicas autorais e clássicos do forró. “Eu trabalho com estilo de forró tradicional, então eu toco xaxado, xote, baião, coco, arrasta-pé, o forró mesmo. Então, a gente trabalha com uma mescla. E eu trago para o meu repertório, músicas de compositores, de artistas que eu me identifico muito. Como Luiz Gonzaga, como Jackson do Pandeiro, Marinês, Elba Ramalho, claro, sem esquecer também das atuais. No estilo mais atualizado, como Dorgival Dantas. Tem música de Del Feliz, de Quininho de Valente, de Adelmario Coelho e as músicas autorais também”, diz.
Forrozeira de coração, a soteropolitana confessa como se apaixonou pelo ritmo, aclamado pelo Rei do Baião: “Desde pequenininha, na verdade. Meus tios, eles tocam violão, cantam, mas a minha mãe, ela, ela é uma pessoa que ela gosta muito de música. E eu cresci ouvindo isso. Luiz Gonzaga, Clemilda, Marinês, Jackson do Pandeiro, Trio Nordestino”, completa.
O show com a participação de Luana Ingry é aberto ao público e acontece amanhã a partir das 19h no Largo Quincas Berro D’Água no Pelourinho.
Cultura
Festival ressalta artes cênicas negras e afro-indígenas em São Luís
A capital do Maranhão será palco de encontros, espetáculos, performances, oficinas e experiências que celebram a potência das artes cênicas negras e afro-indígenas. São Luís recebe, a partir desta terça-feira(13) até o próximo sábado, o 1ª Festival de Artes Cênicas Pretas do Maranhão.

Além de artistas maranhenses, a programação – totalmente gratuita – é composta por artistas da Bahia, Ceará, Minas Gerais, São Paulo e Paraná, que trazem para o palco diferentes linguagens.
A programação se concentra nos teatros Arthur Azevedo, Luiz Pazzini e o Teatro do Sesc – Napoleão Ewerton, além do Centro Cultural Vale Maranhão.
Durante os cinco dias de evento, os artistas usarão dança, teatro, performances e cenas curtas para levar ao público temas como ancestralidade, literatura negra, cultura popular e experiências sociais e culturais vivenciadas pela população preta.
A abertura acontece às 19h, no Teatro do Sesc Napoleão Ewerton, com a encenação do espetáculo Língua de Boi, da Cia Maranhense. Inspirado no grande mito da cultura maranhense, o grupo ressignifica o renascimento do boi e entrelaça os cinco estágios do luto aos cinco sotaques do Bumba Meu Boi para falar de dignidade, memória e resistência ancestral.
Outros destaques do Festival são os espetáculos A Flor do Mulungu, também do Maranhão; Cuidado com Nós e Parto Pavilhão, ambos de São Paulo; e Histórias da Terra, do grupo paranaense Baquetá.
Em paralelo, também estão previstas oficinas e apresentações em escolas públicas, acompanhadas de ações bate papo com os alunos.
A programação completa está disponível no perfil do evento no Instagram.
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