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Wanderley critica prefeita por priorizar R$ 12 milhões em segurança na Saúde e zero no DAE

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O tema do abastecimento de água dominou a sessão ordinária desta terça-feira (30) na Câmara Municipal de Várzea Grande. O Presidente Wanderley Cerqueira utilizou um aparte ao Vereador Sardinha para criticar duramente a falta de investimento do Executivo Municipal no Departamento de Água e Esgoto (DAE), comparando a situação com outros gastos da gestão.

A fala de Wanderley Cerqueira teve como foco a falta de prioridade com a crise hídrica. O Presidente apontou que a Prefeitura destina valores consideravelmente altos para outras áreas, enquanto o DAE permanece sucateado. “O problema é que a prefeita não investe um real no DAE. Colocou guarda armada no pronto-socorro por 12 milhões, enquanto os motores do DAE custam 6 milhões. Parece que é proposital: quanto pior, melhor, porque querem fazer concessão”, afirmou Wanderley Cerqueira.

O Presidente não apenas criticou, mas também agiu. Em seu primeiro requerimento como Presidente da Casa, Wanderley Cerqueira solicitou formalmente ao Executivo Municipal explicações e um detalhamento dos valores efetivamente investidos no DAE nos últimos anos.

Ele reforçou que a população tem o direito de conhecer a realidade e que o Executivo precisa demonstrar transparência e priorizar a solução definitiva para a falta d’água na cidade.

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Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.

Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.

“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.

Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.

“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.

A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.

Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.

O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.

As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.

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