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Superintendência de Educação reúne monitores do transporte escolar para ouvir demandas e fortalecer o diálogo

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A superintendente pedagógica da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL), Lezi Silva, reuniu-se nesta sexta-feira (10) com os monitores do transporte escolar para alinhar a comunicação, fortalecer o diálogo e promover a escuta ativa das demandas apresentadas pela categoria.

O encontro foi realizado no Centro de Eventos Orla da Alameda e contou com a participação do superintendente Operacional do Sistema Escola, Nelson Curado; do gerente de Transporte Escolar, Eric Bernardo; do assessor especial do gabinete, Altair; e do coordenador de Rotas Escolares, Jair Aragon.

Durante a reunião, os monitores apresentaram reivindicações relacionadas à questão salarial, condições de trabalho, espaço para descanso, alimentação, fornecimento de uniformes e oferta de cursos de capacitação.

A superintendente ouviu atentamente as solicitações e reafirmou o compromisso da gestão municipal com a valorização dos profissionais e o fortalecimento da educação pública.

“Vou levar todas as demandas à secretária. A Maria Fernanda conhece muito bem a pasta, até porque é professora de carreira e sabe das necessidades que envolvem o setor. Diante da abertura ao diálogo demonstrada pela atual gestão, vamos construir juntos um caminho que possa atender a todos”, afirmou Lezi Silva.

Ela destacou ainda que a secretária municipal de Educação, Maria Fernanda, tinha interesse em participar da reunião, mas precisou cumprir uma agenda de última hora.

“A secretária me confiou essa missão e pediu que transmitisse a todos que a gestão está empenhada em melhorar as condições de trabalho dos profissionais da Educação e buscar soluções, dentro das possibilidades, para as demandas apresentadas. Nossa equipe já está realizando esse levantamento, mas manter uma comunicação aberta e uma escuta ativa é fundamental. É justamente por isso que estamos aqui”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.

Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.

“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.

Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.

“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.

A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.

Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.

O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.

As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.

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