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Secretário de Serviços Públicos afirma que mudanças na limpeza urbana trouxeram mais eficiência na prestação de serviços em Várzea Grande

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O secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Scarton, afirmou que as mudanças no contrato e na empresa prestadora de serviços tornaram a limpeza urbana mais eficiente, com aumento no número de trabalhadores nas ruas. As declarações foram feitas durante sessão na Câmara Municipal, nesta terça-feira (14).

Gerson respondeu aos questionamentos dos parlamentares e ouviu as demandas da sociedade. Segundo o secretário, a empresa anterior não cumpria o contrato nem as convenções coletivas da categoria, além de não prestar o serviço conforme o acordo estabelecido.

A empresa anterior contava com cerca de 90 funcionários, enquanto a atual prestadora já ultrapassa 120 trabalhadores. Diante disso, a Prefeitura rescindiu o contrato e realizou uma contratação emergencial, garantindo o princípio da continuidade do serviço público.

“A antiga empresa recebia por hora trabalhada; hoje, a nova contratada recebe por metro quadrado, ou seja, por produção. Com isso, passamos a pagar efetivamente pelo serviço prestado e pela eficiência da empresa. Mesmo com as dificuldades e com o período chuvoso, que aumenta a demanda por limpeza, melhoramos a eficiência na prestação do serviço”, afirmou Scarton.

“Melhoramos muito. Infelizmente, ficamos um período contando apenas com os trabalhadores próprios da Prefeitura, pois a empresa estava em fase de contratação de funcionários, o que acabou acumulando serviços. Em breve, estaremos com tudo regularizado. Sabemos que ainda não está perfeito, por isso conto com a colaboração dos munícipes, vereadores e de todos para fiscalizar os serviços da Secretaria. As reclamações ainda existem, mas houve melhora, e estamos tendo um saldo positivo”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.

Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.

“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.

Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.

“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.

A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.

Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.

O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.

As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.

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