Várzea Grande
Prefeitura recebe doação 2,8 toneladas de alimentos para famílias vulneráveis
Várzea Grande
Os alimentos foram entregues pela Universidade Uniasselvi. Entre os produtos estão itens essenciais da cesta básica: doados estão arroz, leite, produtos de limpeza, feijão, macarrão, entre outros
A Prefeitura de Várzea Grande recebeu, na manhã desta segunda-feira (30), cerca de 2,8 toneladas de alimentos e insumos que foram fornecidos pela Universidade Uniasselvi. Os materiais serão destinados pela Secretaria Municipal de Assistência Social às famílias em situação de vulnerabilidade social.
Entre os produtos doados estão arroz, leite, produtos de limpeza, feijão, macarrão, entre outros. A prefeita Flávia Moretti (PL) agradeceu e parabenizou os alunos e a instituição que participaram do ato de solidariedade. “Serão muitas famílias abençoadas com este gesto de solidariedade da Uniasselvi. Vamos transformar esses materiais em cestas básicas e entregar aos munícipes. O gesto reforça a importância da união entre instituições de ensino e o poder público em ações de impacto social”, conta a prefeita.
A consultora de negócios da Uniasselvi, Kimberly Pacheco, relata que a ação contou com apoio de 123 alunos da instituição e que o ato representa o crescimento da educação social dos acadêmicos. “É fundamental conscientizarmos nossos alunos sobre a sua responsabilidade social, principalmente em atos como esses. Foram 25 dias de arrecadação e nós sabemos como será de suma importância a entrega destes produtos às famílias em situação de vulnerabilidade social de Várzea Grande”, disse Kimberly.
Segundo a secretária municipal de Assistência Social, Cristina Saito, Várzea Grande tem cerca de 35 mil famílias em situação de vulnerabilidade. “Eles buscaram a Secretaria como ponte para essa parceria através do termo de doação. É legal parcerias com instituições como a Uniasselvi para atos como esses, pois a nossa demanda dentro do Município é muito grande”, destaca a secretária.
Várzea Grande
Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.
Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.
“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.
Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.
“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.
A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.
Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.
O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.
As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.
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