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Prazo para retirada dos cartões Ser Família no Ginásio Fiotão termina nesta sexta-feira (04)

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Termina nessa sexta-feira (5), o mutirão da entrega dos cartões Ser Família, no Ginásio Fiotão, em Várzea Grande, destinado aos novos beneficiários que se cadastraram no programa estadual ainda em julho deste ano. Desde segunda-feira (1), a Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, realiza a entrega do cartão em um grande mutirão com os servidores da pasta.

O atendimento ocorre das 8h às 16h e a entrega é feita exclusivamente ao titular do cadastro, mediante apresentação de documento oficial com foto. Os cartões já estão carregados com o benefício referente ao mês de agosto, permitindo o uso imediato pelos contemplados.

Os contemplados passaram por processo de inscrição realizado entre 28 de junho e 9 de julho deste ano, em mutirões nos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS).

Caso algum contemplado não consiga retirar o cartão nesta semana, o mesmo poderá buscar a sede da Assistência Social a partir da próxima segunda-feira (8).

CONSULTA ONLINE – Os moradores que realizaram a pré-inscrição podem consultar o resultado diretamente no site da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), informando o número do CPF para verificar se o cadastro foi aprovado ou recusado.

QUEM TEM DIREITO? – O Ser Família, do governo do Estado, é voltado para famílias em situação de vulnerabilidade social, inscritas no Cadastro Único e com renda per capita de até R$ 218. A prioridade é para mulheres, chefes de família, idosos, pessoas com deficiência, indígenas e moradores de áreas de risco.

O programa conta ainda com modalidades específicas, como Ser Família, Criança, Idoso, Inclusivo e Indígena, garantindo apoio conforme o perfil de cada núcleo familiar. Para permanecer no benefício, é necessário manter os dados atualizados no Cadastro Único, disponível nos CRAS municipais.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.

Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.

“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.

Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.

“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.

A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.

Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.

O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.

As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.

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