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Lixo é encontrado em travessia recém-construída pela Prefeitura no Jardim Alá

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O secretário de Viação e Obras, Celso Pereira, reforça o apelo para que a população colabore com o poder público, evitando o descarte irregular, especialmente nesse período de chuvas

A Prefeitura de Várzea Grande registrou o descarte irregular de lixo na travessia da Rua São Sebastião, no bairro Jardim Alá. A estrutura foi recentemente reconstruída pela Secretaria de Viação e Obras com o objetivo de amenizar os impactos causados pelas chuvas e garantir mais segurança e trafegabilidade aos moradores da região.

A travessia havia sido danificada pelas fortes enxurradas no início do ano e precisou ser reerguida. No entanto, poucos meses após a conclusão da obra, o local voltou a apresentar acúmulo de lixo e entulho, o que compromete o escoamento da água e aumenta o risco de alagamentos. Essa prática, além de ilegal, causa prejuízos à infraestrutura pública e transtornos às famílias que vivem nas proximidades.

O secretário de Viação e Obras, Celso Pereira, reforçou o apelo para que a população colabore com o poder público, evitando o descarte irregular.

“Essa travessia foi reconstruída justamente para evitar os transtornos que os moradores enfrentavam durante o período de chuvas. Quando o lixo é jogado nesses pontos, ele bloqueia a passagem da água e coloca tudo a perder. É importante que todos façam a sua parte para manter a cidade segura e em boas condições”, destacou o secretário.

A Prefeitura lembra que o descarte de resíduos em vias públicas e nas proximidades de córregos é proibido por lei e pode gerar multas. A população deve utilizar os serviços regulares de coleta e manter os espaços públicos limpos. A conscientização e o cuidado coletivo são fundamentais para preservar as melhorias realizadas e prevenir novos problemas durante o período chuvoso.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.

Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.

“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.

Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.

“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.

A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.

Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.

O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.

As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.

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