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DAE-VG abre processo seletivo com salários de até R$ 2.965 e inicia nova fase de profissionalização

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Edital prevê cadastro reserva para cargos de todos os níveis de escolaridade, sem custo para a autarquia

O Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE-VG) publicou, nesta semana, o edital de seu novo Processo Seletivo Simplificado. O certame vai formar cadastro reserva para cargos de níveis Fundamental, Médio, Técnico e Superior, com salários que variam de R$ 1.520,16 a R$ 2.965,61, com acréscimo legais cabíveis, conforme o cargo. A seleção será realizada pelo Instituto Nacional de Qualificação e Capacitação (INQC) e não gera custos para a autarquia.

O diretor-presidente do DAE-VG, Zilmar Dias, destacou o compromisso da gestão com a valorização do serviço público e a responsabilidade com o uso do dinheiro público: “Estamos iniciando um novo ciclo no DAE, com foco em planejamento, qualidade no atendimento e seriedade na gestão. Este processo é mais um passo para garantir profissionais capacitados e um serviço eficiente à população.”

As inscrições ficam abertas de 9 a 31 de julho de 2025, exclusivamente no site do INQC (concursos.inqc.org.br). As taxas são de R$ 45 (nível fundamental), R$ 50 (nível médio e técnico) e R$ 55 (nível superior). A seleção será feita por análise de títulos, com caráter eliminatório e classificatório.

Os salários variam conforme o cargo, sendo:

Ensino Fundamental: R$ 1.520,16

Ensino Médio/Técnico: R$ 1.652,36

Ensino Superior: até R$ 2.965,61

Mais do que um processo de contratação, o seletivo é parte de um plano maior de reestruturação do DAE-VG. Com a adesão à Ager e a preparação para a modelagem da futura concessão dos serviços de água e esgoto no Município, a autarquia dá passos concretos rumo a um serviço mais eficiente, moderno e transparente.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.

Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.

“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.

Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.

“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.

A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.

Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.

O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.

As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.

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