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Beneficiários retiram cartões em mutirão rural: “Nos sentimos lembrados e acolhidos”

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Levar o programa até as regiões mais distantes é uma forma de não deixar ninguém para trás e garantir que o benefício chegue onde realmente é preciso

Dezenas de beneficiários do programa estadual Ser Família retiraram seus cartões na manhã desta sexta-feira (12), durante o Mutirão Zona Rural, na Associação dos Trabalhadores Rurais da Agrovila São Miguel, na comunidade Sadia III, em Várzea Grande. A ação, que teve como objetivo ofertar comodidade aos beneficiários que moram em regiões distantes, durou a manhã inteira e possibilitou a entrega dos novos atendidos.

As equipes da Secretaria de Assistência Social se fizeram presentes, das 8h30 às 11h30, para entregar os cartões e prestar orientações necessárias sobre a utilização desse meio de compras e do programa em si.

José Viera, um dos novos contemplados, inscritos ainda em julho, celebrou a chegada do cartão. Para ele, o benefício reforçará o cotidiano da família que muitas vezes tinha dificuldade em comprar itens básicos.

“Esse cartão vai ajudar muito na nossa casa. Muitas vezes a gente não tem e com esse benefício já dá um alívio no mês. Agradeço por trazerem o mutirão até aqui na zona rural, porque nem sempre conseguimos ir até a cidade. Hoje foi mais fácil e a gente se sente lembrado e acolhido”, afirmou o morador.

A Secretária Municipal de Assistência Social, Cristina Saito, destacou a importância de levar o benefício até as comunidades mais afastadas, garantindo que nenhuma família em situação de vulnerabilidade fique de fora do programa.

“Essas entregas reforçam o compromisso da gestão em olhar para todos, especialmente para as famílias que vivem na zona rural e muitas vezes enfrentam dificuldades de deslocamento. O Ser Família é um suporte fundamental na segurança alimentar e no bem-estar das pessoas, e trazer o mutirão até aqui significa respeito, cuidado e proximidade com a população.”

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.

Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.

“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.

Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.

“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.

A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.

Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.

O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.

As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.

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