Várzea Grande
Ação leva atendimentos à comunidade do Sadia 3 e do Jardim Glória
Várzea Grande
Vacinas, exames preventivos, aferição de pressão arterial, foram os atendimentos mais buscados pela população nas duas unidades
A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande promoveu, no último sábado (23), ações de saúde na comunidade rural do Sadia 3 e no Jardim Glória, levando diversos serviços e atendimentos gratuitos e mais próximos da população.
A equipe da Unidade de Saúde do Limpo Grande, esteve na comunidade do Sadia 3 ofertando, durante todo o dia, vacinação, aferição de pressão arterial, testes rápidos de HIV, sífilis e hepatites, exames preventivos, atendimentos odontológicos e orientações sobre o Bolsa Família.
Ao todo, foram aplicadas 86 vacinas, realizados 9 testes rápidos e 17 atendimentos odontológicos, somando cerca de 150 atendimentos durante o evento.
Segundo a gerente da Unidade de Saúde do Limpo Grande, Marciara Cristina, a ação foi considerada um sucesso, com grande participação da comunidade. “Foi uma grande oportunidade para que os moradores pudessem cuidar da saúde mais perto de casa. Muitos elogiaram, principalmente, o atendimento odontológico, que teve bastante procura”, destacou.
A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalan, também esteve presente, acompanhando de perto o trabalho realizado. Ela ressaltou a importância em levar os serviços até a população da zona rural. “Sabemos que muitos moradores têm dificuldade para vir até a cidade durante a semana, por isso, ações como essas são essenciais para garantir o acesso à saúde”, afirmou.
Além da Sadia 3, a Unidade de Saúde do Jardim Glória também registrou uma grande procura, especialmente pela vacinação contra o sarampo e a gripe. Durante a ação, foram realizadas ainda sete coletas de exames preventivo do câncer de colo de útero (CCO).
A Secretaria de Saúde reforça que continuará promovendo essas ações aos sábados, com o objetivo de levar mais qualidade de vida e assistência às comunidades.
Várzea Grande
Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.
Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.
“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.
Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.
“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.
A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.
Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.
O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.
As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.
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