Sorriso
Segurança no transporte escolar: frota de Sorriso passa por vistorias a partir de amanhã
Sorriso
A Prefeitura de Sorriso, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SEMED) e da Coordenadoria de Transporte Escolar, inicia amanhã (15) o cronograma de vistorias semestrais em sua frota de ônibus escolares. As inspeções são realizadas pela Comissão do Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (PNATE) e seguem até quarta-feira (17), sempre a partir das 7h30, na garagem dos ônibus escolares.
Na terça-feira, passam por vistoria os veículos da frota própria da Prefeitura. Na quarta-feira será a vez da frota terceirizada e no dia 17, quinta-feira, Sorriso recebe a visita da equipe da Diretoria Regional de Educação (DRE), que também fará inspeção na frota. Atualmente, mais de 136 ônibus escolares atendem cerca de seis mil estudantes da zona rural e urbana do município, garantindo transporte escolar gratuito.
De acordo com a secretária de Educação, Adriana Reichert, essas inspeções são fundamentais para assegurar que os veículos estejam sempre em condições adequadas. “Uma das nossas preocupações são os ônibus escolares, fundamentais na garantia do acesso à educação dos nossos estudantes. Regularmente realizamos a manutenção, e a cada seis meses, as frotas própria e terceirizada passam por essas inspeções”, destacou.
Durante as vistorias, são avaliados mais de 40 itens relacionados à segurança e às condições mecânicas, incluindo cintos de segurança, poltronas, extintores, pneus, conservação geral, sinalização, tacógrafos, entre outros, conforme as exigências do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Caso sejam identificados problemas, os responsáveis têm um prazo de até 48 horas para regularizar a situação e reapresentar o veículo para nova avaliação. A Comissão do PNATE em Sorriso é composta por servidores da SEMED e integrantes da Guarda Municipal, que acompanham todas as etapas das vistorias.
Sorriso
Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária
Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.
Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.
“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.
Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.
Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:
“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.
Tecnologia aplicada à gestão fiscal
A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.
Entre as iniciativas, destacam-se:
Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;
Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;
Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas
Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.
ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã
Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.
Nesse contexto:
O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS
A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)
Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência
Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.
“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.
Sustentabilidade fiscal como política pública
A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:
Qualidade dos dados fiscais
Uso intensivo de tecnologia
Conformidade e regularização dos contribuintes
“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.
Transição da Reforma Tributária: o que muda
2026: fase de adaptação operacional
2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins
2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS
2033: IBS plenamente implementado
2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)
Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.
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