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Município encerra Campanha Antirrábica com cobertura acima de 80%

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O Município de Sorriso encerrou, nesta segunda-feira (3 de novembro), a Campanha de Vacinação Antirrábica 2025. Ao todo, foram imunizados 18.524 animais, sendo 14.451 cães, o que corresponde a 80,28% da meta e 4.073 gatos, alcançando 81,46% de cobertura vacinal. Com esses números, o Município atingiu 80,54% da meta total prevista de 23 mil animais, consolidando mais uma importante ação de prevenção e controle da raiva.

Segundo Claudete Damasceno, coordenadora da Vigilância Ambiental, o engajamento da população foi bastante significativo, resultado também de um intenso trabalho em equipe.

“O resultado alcançado é a prova de que o esforço em conjunto faz a diferença. Com planejamento, estratégias bem definidas e o empenho de toda a equipe, acreditamos que foi possível alcançar o máximo da cobertura vacinal e manter os índices em dia em nossa região”, detalhou.

A vacina contra raiva é destinada a cães e gatos a partir de três meses e funciona como uma barreira de proteção não apenas para os pets, mas também para toda a comunidade. Os números refletem o compromisso dos tutores e a importância da vacinação como principal ferramenta de prevenção contra a raiva, uma doença grave com alta taxa de mortalidade, mas totalmente evitável com a dose anual, como destaca o secretário municipal de Saúde, Vanio Jordani.

“A campanha antirrábica é uma das ações mais importantes da nossa saúde preventiva. Quando imunizamos cães e gatos, estamos protegendo a vida dos animais e blindando a nossa população contra o risco de uma doença fatal. Agradecemos a cada tutor que recebeu nossos agentes e garantiu a proteção de seus animais de estimação e, consequentemente, de toda a família”, ressaltou Jordani.

As ações realizadas pela Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Saúde e desenvolvida pelas equipes de Vigilância Ambiental, percorreu as zonas urbana, periurbanas e rural de Sorriso.

“Com essa expressividade de adesão à vacina antirrábica, conseguimos garantir um cuidado coletivo, demonstrando que a saúde animal e a saúde humana caminham lado a lado”, finaliza Claudete.

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

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