LUCAS DO RIO VERDE
Prefeito Miguel Vaz solicita implantação de Escola Militar Dom Pedro II em Lucas do Rio Verde
LUCAS DO RIO VERDE
Durante a abertura do 4º Jogos dos Estudantes Militares de Mato Grosso, realizada na noite de sexta-feira (22), no Centro de Eventos Roberto Munaretto, o prefeito Miguel Vaz anunciou oficialmente o pedido ao secretário de Estado de Educação, Alan Porto, para a implantação de uma Escola Militar Dom Pedro II em Lucas do Rio Verde.
“Já temos uma experiência muito importante com a Escola Militar Tiradentes e com as duas escolas cívico-militares. Agora vamos em busca do sonho da Escola Dom Pedro II, numa nova escola moderna em parceria com o Governo do Estado, onde o Município fará uma parceria cedendo a área para a construção e fazer um convênio para construir essa nova escola, no bairro Tessele Junior. Lançamos oficialmente hoje o pedido ao secretário Alan Porto e a resposta foi muito positiva, Quem ganha com isso é a sociedade e as famílias luverdenses”, destacou o prefeito Miguel Vaz.
O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, confirmou que a construção de um Colégio Estadual Integrado (CEI) já está no planejamento do Governo do Estado e reforçou que a demanda do município será levada ao comando do Corpo de Bombeiros.
“No nosso planejamento já tem o CEI, uma escola com 24 salas de aula, piscina, quadra, tudo aquilo que o estudante tem direito. E é claro que todas essas escolas são unidades militares. Como já temos a Escola Tiradentes e escolas cívico-militares, vamos trabalhar muito forte para atender o pedido do prefeito Miguel e da comunidade escolar para trazer uma Escola Dom Pedro II. Tenho certeza que vamos avançar”, afirmou Alan Porto.
O secretário de Estado de Esporte, Cultura e Lazer, Davi Moura, destacou a qualidade da estrutura de Lucas do Rio Verde para sediar os jogos pela segunda vez consecutiva.
“A recepção aqui de Lucas é sempre maravilhosa. Os espaços esportivos são de altíssimo nível. Quando você junta a disciplina militar, a hierarquia que o militarismo ensina, com o esporte, todos ganham: estudantes, famílias e a sociedade”, disse.
A abertura contou ainda com a presença do vice-prefeito Joci Piccini, secretários municipais, vereadores, autoridades locais e representantes da comunidade.
(Foto: Ascom Prefeitura/Anderson Lippi)
LUCAS DO RIO VERDE
Pesquisa social sobre esgotamento sanitário teve início nesta terça-feira (13) em Lucas
Moradores de diversos bairros de Lucas do Rio Verde, contemplados pelas obras de esgotamento sanitário, começam a receber, a partir desta terça-feira (13), a visita de profissionais responsáveis pela realização de uma pesquisa social. A iniciativa integra o Projeto de Trabalho Social (PTS), vinculado às obras financiadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2023), e tem como objetivo conhecer o perfil das comunidades atendidas para orientar ações de informação, educação ambiental e conscientização sobre o uso adequado da rede de esgoto.
A pesquisa faz parte do projeto de implantação e ampliação do sistema de esgotamento sanitário no município. Os moradores poderão responder ao questionário presencialmente, durante a visita dos pesquisadores, ou por meio de um link que será disponibilizado nos grupos dos bairros.
O levantamento reunirá informações socioeconômicas, como composição familiar, faixa etária, escolaridade, presença de crianças, idosos e pessoas com deficiência, além de dados sobre a participação em programas sociais. As informações contribuirão para identificar as características e necessidades das comunidades e subsidiar o planejamento das atividades do Trabalho Social.
As ações estão relacionadas às obras de implantação da Estação de Tratamento de Esgoto por Lagoas de Estabilização, no bairro Parque das Américas; à implantação de redes coletoras nos bairros Jardim Cerrado e Parque das Araras; e à construção da Estação Elevatória de Esgoto Bruto (EEEB) Chapada, no Parque das Araras.
O trabalho também abrangerá moradores de regiões que terão as redes coletoras ativadas após a conclusão das estruturas necessárias ao funcionamento do sistema. Estão previstas ações em parte dos bairros Parque dos Buritis, Loteamento Florais dos Buritis, Vida Nova, Parque das Araras, Jardim Cerrado e Parque das Américas, além da ativação integral da rede nos bairros Jardim Esperança (Pacaembu) e Jaime Seiti Fujii.
Orientação e educação ambiental
Além da pesquisa, o Trabalho Social prevê encontros com moradores, reuniões, palestras e outras atividades educativas. A proposta é informar a população sobre as etapas das obras, os benefícios da coleta e do tratamento de esgoto e os procedimentos necessários para conectar os imóveis à rede pública.
As orientações também abordarão o uso correto do sistema, incluindo os cuidados com o descarte de resíduos e a importância de não conectar a rede de drenagem pluvial, destinada à água da chuva, à rede de esgoto. Essas medidas ajudam a prevenir problemas operacionais, reduzir os riscos de contaminação ambiental e contribuir para a saúde pública.
Nas regiões em que o serviço de esgotamento sanitário será ativado, os moradores também receberão informações sobre a necessidade de realizar a ligação domiciliar à rede pública, os procedimentos para a desativação das fossas e a utilização adequada do novo sistema, conforme as orientações técnicas aplicáveis.
A iniciativa também fortalece o diálogo entre o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) e a população, contribuindo para a sustentabilidade dos investimentos em saneamento e para a melhoria da qualidade de vida dos moradores.
“Todo esse trabalho é fundamental para que possamos dar andamento na grande demanda de universalização do esgoto, que é fundamental para que a gente consiga melhorar as questões de saúde pública. O esgoto, é fundamental que ele seja tratado e destinado ao local correto”, observa o supervisor do Saae, Marcelo Reckzield.
Os profissionais responsáveis pela pesquisa são contratados pela empresa FAS Consultoria e Projetos e estarão devidamente identificados com uniforme e crachá durante as visitas aos moradores.
“Por meio da pesquisa vamos montar as atividades do trabalho técnico-social. É importante que as famílias recebam os pesquisadores e respondam o questionário”, ressaltou a técnica responsável Letícia Albuquerque.
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