LUCAS DO RIO VERDE
Lucas do Rio Verde capacita profissionais da rede municipal para uso pedagógico da Inteligência Artificial
LUCAS DO RIO VERDE
A cidade que avança é aquela que se mantém aberta à inovação e à tecnologia. Em Lucas do Rio Verde, esse olhar inovador também está presente na educação. Por isso, a Secretaria Municipal de Educação, por meio do Centro de Formação, tem realizado ações voltadas à preparação de professores, gestores e coordenadores da rede municipal para o uso consciente, pedagógico e criativo das tecnologias educacionais.
Nesse sentido, profissionais da rede participaram, nesta quinta-feira (30), da formação “Inteligência Artificial na Educação”, que buscou explicar como a tecnologia funciona, em quais contextos pode ser aplicada e de que forma pode ser utilizada no ambiente escolar. Como exemplos, foram apresentadas possibilidades de uso no planejamento pedagógico e na criação de atividades que tornem o processo de ensino-aprendizagem mais dinâmico, atrativo e significativo para os estudantes.
A iniciativa está alinhada às orientações do Ministério da Educação (MEC) sobre o uso da Inteligência Artificial na Educação Básica, que reconhecem a presença dessa tecnologia no cotidiano de docentes e estudantes e orientam as redes de ensino a se prepararem para sua incorporação de forma responsável e pedagógica.
“Este é um movimento que acontecerá em nível nacional. Por isso, estamos nos antecipando para que os professores se sintam amparados e preparados para utilizar as tecnologias educacionais. Esta é apenas a primeira de uma série de formações que serão realizadas ao longo do ano e que, com certeza, irão fortalecer a Educação de Lucas do Rio Verde”, destacou a coordenadora de Ciência, Tecnologia e Robótica da rede municipal, Dayelle Ribeiro.
“Com certeza, é um assunto muito pertinente, visto que a tecnologia está presente e não há como fugir disso. Precisamos utilizá-la de forma proveitosa, para que realmente possa contribuir com o ensino das nossas crianças”, afirmou a professora Kátia Melo, que participou da formação.
Com iniciativas como essa, Lucas do Rio Verde reforça o compromisso com uma educação pública de qualidade, que acompanha as transformações da sociedade e investe na formação de seus profissionais. Ao integrar a Inteligência Artificial ao contexto escolar de forma consciente e pedagógica, o município amplia possibilidades de ensino e fortalece práticas mais significativas e alinhadas ao presente.
LUCAS DO RIO VERDE
Pesquisa social sobre esgotamento sanitário teve início nesta terça-feira (13) em Lucas
Moradores de diversos bairros de Lucas do Rio Verde, contemplados pelas obras de esgotamento sanitário, começam a receber, a partir desta terça-feira (13), a visita de profissionais responsáveis pela realização de uma pesquisa social. A iniciativa integra o Projeto de Trabalho Social (PTS), vinculado às obras financiadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2023), e tem como objetivo conhecer o perfil das comunidades atendidas para orientar ações de informação, educação ambiental e conscientização sobre o uso adequado da rede de esgoto.
A pesquisa faz parte do projeto de implantação e ampliação do sistema de esgotamento sanitário no município. Os moradores poderão responder ao questionário presencialmente, durante a visita dos pesquisadores, ou por meio de um link que será disponibilizado nos grupos dos bairros.
O levantamento reunirá informações socioeconômicas, como composição familiar, faixa etária, escolaridade, presença de crianças, idosos e pessoas com deficiência, além de dados sobre a participação em programas sociais. As informações contribuirão para identificar as características e necessidades das comunidades e subsidiar o planejamento das atividades do Trabalho Social.
As ações estão relacionadas às obras de implantação da Estação de Tratamento de Esgoto por Lagoas de Estabilização, no bairro Parque das Américas; à implantação de redes coletoras nos bairros Jardim Cerrado e Parque das Araras; e à construção da Estação Elevatória de Esgoto Bruto (EEEB) Chapada, no Parque das Araras.
O trabalho também abrangerá moradores de regiões que terão as redes coletoras ativadas após a conclusão das estruturas necessárias ao funcionamento do sistema. Estão previstas ações em parte dos bairros Parque dos Buritis, Loteamento Florais dos Buritis, Vida Nova, Parque das Araras, Jardim Cerrado e Parque das Américas, além da ativação integral da rede nos bairros Jardim Esperança (Pacaembu) e Jaime Seiti Fujii.
Orientação e educação ambiental
Além da pesquisa, o Trabalho Social prevê encontros com moradores, reuniões, palestras e outras atividades educativas. A proposta é informar a população sobre as etapas das obras, os benefícios da coleta e do tratamento de esgoto e os procedimentos necessários para conectar os imóveis à rede pública.
As orientações também abordarão o uso correto do sistema, incluindo os cuidados com o descarte de resíduos e a importância de não conectar a rede de drenagem pluvial, destinada à água da chuva, à rede de esgoto. Essas medidas ajudam a prevenir problemas operacionais, reduzir os riscos de contaminação ambiental e contribuir para a saúde pública.
Nas regiões em que o serviço de esgotamento sanitário será ativado, os moradores também receberão informações sobre a necessidade de realizar a ligação domiciliar à rede pública, os procedimentos para a desativação das fossas e a utilização adequada do novo sistema, conforme as orientações técnicas aplicáveis.
A iniciativa também fortalece o diálogo entre o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) e a população, contribuindo para a sustentabilidade dos investimentos em saneamento e para a melhoria da qualidade de vida dos moradores.
“Todo esse trabalho é fundamental para que possamos dar andamento na grande demanda de universalização do esgoto, que é fundamental para que a gente consiga melhorar as questões de saúde pública. O esgoto, é fundamental que ele seja tratado e destinado ao local correto”, observa o supervisor do Saae, Marcelo Reckzield.
Os profissionais responsáveis pela pesquisa são contratados pela empresa FAS Consultoria e Projetos e estarão devidamente identificados com uniforme e crachá durante as visitas aos moradores.
“Por meio da pesquisa vamos montar as atividades do trabalho técnico-social. É importante que as famílias recebam os pesquisadores e respondam o questionário”, ressaltou a técnica responsável Letícia Albuquerque.
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