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Estado e Município firmam parceria e destinam R$ 10 milhões ao Hospital São Lucas

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O vice-governador do Estado de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, e o prefeito de Lucas do Rio Verde, Miguel Vaz, assinaram, na tarde desta segunda-feira (23), um termo de compromisso no valor de R$ 10 milhões.

O recurso será destinado a Fundação Luverdense de Saúde, entidade mantenedora do Hospital São Lucas (HSL), e será investido no custeio dos serviços executados por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

A secretária municipal de Saúde de Lucas do Rio Verde, dra. Fernanda Heldt Ventura, explicou que o valor será aplicado no pagamento de despesas hospitalares, referentes aos atendimentos de vítimas de acidentes na BR 163.

“O recurso chega em boa hora, diante do crescente número de vítimas de acidentes na BR-163 atendidas pelo São Lucas. Mesmo não sendo uma unidade regional, o Estado reconhece a demanda e a necessidade de apoio.”

O valor será investido no pagamento de honorários médicos e encargos, aquisição de medicamentos e materiais, itens de consumo, despesas com energia elétrica, locação de enxoval higienizado e oxigênio.

Segundo o presidente da Fundação Luverdense de Saúde, Marino Franz, o Hospital São Lucas tem um custo mensal de aproximadamente R$ 8.5 milhões.

“A saúde tem um custo muito alto, as parcerias entre o governo municipal, estadual e a iniciativa privada precisam funcionar para que o hospital tenha uma vida saudável e possa ofertar saúde de qualidade.”

O município de Lucas do Rio Verde é o principal comprador de serviços do São Lucas, por meio do contrato de gestão. O valor pode chegar a R$ 3.5 milhões mensais, de acordo com o cumprimento de metas.

O prefeito Miguel Vaz ressaltou também a importância da parceria com o Governo do Estado de Mato Grosso, que nos últimos quatro anos destinou R$ 12 milhões.

“Só temos a agradecer ao Estado pelo apoio financeiro, que com certeza, alivia os cofres do município e permite que os serviços sejam ampliados e prestados com melhor qualidade.”

O vice-governador Otaviano Pivetta, que já foi prefeito de Lucas do Rio Verde por três mandatos, destacou a liderança do presidente da Fundação, Marino Franz, e reafirmou o apoio do Estado.

“O Estado tem que apoiar e prover os recursos necessários para que entidades sérias possam ofertar saúde de qualidade, contribuindo com o desenvolvimento do interior.”

A assinatura do termo foi realizada durante a entrega de 192 apartamentos do Projeto Habitacional Águas do Cerrado, onde também foram assinados diversos convênios em vários setores.

O evento contou com a participação do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Carlos Fávaro, os deputados estaduais, Max Russi (presidente da ALMT), Cláudio Senna, Dilmar Dal’bosco e Diego Guimarães, o secretário-chefe da Casa Civil Fábio Garcia, a secretária de Estado de Meio Ambiente Mauren Lazzaretti, o ex-deputado federal Nilson Leitão, a primeira-dama Janice Ribeiro, representantes da Caixa Econômica Federal, o presidente do MT Par Wener Santos, os ex-prefeitos de Lucas do Rio Verde, Marino Franz e Luiz Binotti, o vice-prefeito Joci Piccini, os empresários Osvaldo Martinello e Lucas Brandão, o presidente do Legislativo Airton Callai e os vereadores Nadir Santana, Wlad Mesquita, Márcio Albieri, Jackson Lopes, Débora Carneiro, Dr. Nelsinho e Josias Ferreira.

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Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Pesquisa social sobre esgotamento sanitário teve início nesta terça-feira (13) em Lucas

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Moradores de diversos bairros de Lucas do Rio Verde, contemplados pelas obras de esgotamento sanitário, começam a receber, a partir desta terça-feira (13), a visita de profissionais responsáveis pela realização de uma pesquisa social. A iniciativa integra o Projeto de Trabalho Social (PTS), vinculado às obras financiadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2023), e tem como objetivo conhecer o perfil das comunidades atendidas para orientar ações de informação, educação ambiental e conscientização sobre o uso adequado da rede de esgoto.

A pesquisa faz parte do projeto de implantação e ampliação do sistema de esgotamento sanitário no município. Os moradores poderão responder ao questionário presencialmente, durante a visita dos pesquisadores, ou por meio de um link que será disponibilizado nos grupos dos bairros.

O levantamento reunirá informações socioeconômicas, como composição familiar, faixa etária, escolaridade, presença de crianças, idosos e pessoas com deficiência, além de dados sobre a participação em programas sociais. As informações contribuirão para identificar as características e necessidades das comunidades e subsidiar o planejamento das atividades do Trabalho Social.

As ações estão relacionadas às obras de implantação da Estação de Tratamento de Esgoto por Lagoas de Estabilização, no bairro Parque das Américas; à implantação de redes coletoras nos bairros Jardim Cerrado e Parque das Araras; e à construção da Estação Elevatória de Esgoto Bruto (EEEB) Chapada, no Parque das Araras.

O trabalho também abrangerá moradores de regiões que terão as redes coletoras ativadas após a conclusão das estruturas necessárias ao funcionamento do sistema. Estão previstas ações em parte dos bairros Parque dos Buritis, Loteamento Florais dos Buritis, Vida Nova, Parque das Araras, Jardim Cerrado e Parque das Américas, além da ativação integral da rede nos bairros Jardim Esperança (Pacaembu) e Jaime Seiti Fujii.

Orientação e educação ambiental

Além da pesquisa, o Trabalho Social prevê encontros com moradores, reuniões, palestras e outras atividades educativas. A proposta é informar a população sobre as etapas das obras, os benefícios da coleta e do tratamento de esgoto e os procedimentos necessários para conectar os imóveis à rede pública.

As orientações também abordarão o uso correto do sistema, incluindo os cuidados com o descarte de resíduos e a importância de não conectar a rede de drenagem pluvial, destinada à água da chuva, à rede de esgoto. Essas medidas ajudam a prevenir problemas operacionais, reduzir os riscos de contaminação ambiental e contribuir para a saúde pública.

Nas regiões em que o serviço de esgotamento sanitário será ativado, os moradores também receberão informações sobre a necessidade de realizar a ligação domiciliar à rede pública, os procedimentos para a desativação das fossas e a utilização adequada do novo sistema, conforme as orientações técnicas aplicáveis.

A iniciativa também fortalece o diálogo entre o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) e a população, contribuindo para a sustentabilidade dos investimentos em saneamento e para a melhoria da qualidade de vida dos moradores.

“Todo esse trabalho é fundamental para que possamos dar andamento na grande demanda de universalização do esgoto, que é fundamental para que a gente consiga melhorar as questões de saúde pública. O esgoto, é fundamental que ele seja tratado e destinado ao local correto”, observa o supervisor do Saae, Marcelo Reckzield.

Os profissionais responsáveis pela pesquisa são contratados pela empresa FAS Consultoria e Projetos e estarão devidamente identificados com uniforme e crachá durante as visitas aos moradores.

“Por meio da pesquisa vamos montar as atividades do trabalho técnico-social. É importante que as famílias recebam os pesquisadores e respondam o questionário”, ressaltou a técnica responsável Letícia Albuquerque.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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