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Estacionamento irregular prejudica coleta de lixo e pode gerar multa de quase R$ 200

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A coleta seletiva de lixo em diversos pontos da cidade está sendo prejudicada por causa do estacionamento irregular de veículos em frente aos contêineres. A situação tem gerado transtornos ao cronograma de recolhimento.

De acordo com o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), essa prática tem sido recorrente e compromete o trabalho das equipes. Quando há veículos obstruindo o acesso aos contêineres, o caminhão de coleta fica impedido de parar, sendo forçado a retornar posteriormente ou, em alguns casos, seguir a rota sem recolher os resíduos, para evitar atrasos nas demais localidades.

Nas últimas semanas, moradores têm enviado ao SAAE diversas imagens registrando carros e motos estacionados irregularmente diante dos pontos de coleta. As denúncias estão sendo repassadas à Guarda Civil Municipal, responsável pela fiscalização e autuação dos motoristas infratores.

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), estacionar em locais que prejudicam a coleta de lixo é uma infração grave, prevista no Artigo 181, inciso XVII. A multa para esse tipo de infração é de R$ 195,23, com a inclusão de cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e possibilidade de remoção do veículo.

A sinalização nesses locais tem como objetivo garantir a segurança, a fluidez do trânsito e o bom funcionamento dos serviços públicos. Obstruir a coleta de lixo, além de ser passível de punição, prejudica toda a comunidade.

O SAAE reforça o pedido para que os motoristas respeitem as sinalizações e evitem estacionar diante dos contêineres. A colaboração da população é essencial para o bom funcionamento do serviço de limpeza urbana.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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LUCAS DO RIO VERDE

Pesquisa social sobre esgotamento sanitário teve início nesta terça-feira (13) em Lucas

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Moradores de diversos bairros de Lucas do Rio Verde, contemplados pelas obras de esgotamento sanitário, começam a receber, a partir desta terça-feira (13), a visita de profissionais responsáveis pela realização de uma pesquisa social. A iniciativa integra o Projeto de Trabalho Social (PTS), vinculado às obras financiadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2023), e tem como objetivo conhecer o perfil das comunidades atendidas para orientar ações de informação, educação ambiental e conscientização sobre o uso adequado da rede de esgoto.

A pesquisa faz parte do projeto de implantação e ampliação do sistema de esgotamento sanitário no município. Os moradores poderão responder ao questionário presencialmente, durante a visita dos pesquisadores, ou por meio de um link que será disponibilizado nos grupos dos bairros.

O levantamento reunirá informações socioeconômicas, como composição familiar, faixa etária, escolaridade, presença de crianças, idosos e pessoas com deficiência, além de dados sobre a participação em programas sociais. As informações contribuirão para identificar as características e necessidades das comunidades e subsidiar o planejamento das atividades do Trabalho Social.

As ações estão relacionadas às obras de implantação da Estação de Tratamento de Esgoto por Lagoas de Estabilização, no bairro Parque das Américas; à implantação de redes coletoras nos bairros Jardim Cerrado e Parque das Araras; e à construção da Estação Elevatória de Esgoto Bruto (EEEB) Chapada, no Parque das Araras.

O trabalho também abrangerá moradores de regiões que terão as redes coletoras ativadas após a conclusão das estruturas necessárias ao funcionamento do sistema. Estão previstas ações em parte dos bairros Parque dos Buritis, Loteamento Florais dos Buritis, Vida Nova, Parque das Araras, Jardim Cerrado e Parque das Américas, além da ativação integral da rede nos bairros Jardim Esperança (Pacaembu) e Jaime Seiti Fujii.

Orientação e educação ambiental

Além da pesquisa, o Trabalho Social prevê encontros com moradores, reuniões, palestras e outras atividades educativas. A proposta é informar a população sobre as etapas das obras, os benefícios da coleta e do tratamento de esgoto e os procedimentos necessários para conectar os imóveis à rede pública.

As orientações também abordarão o uso correto do sistema, incluindo os cuidados com o descarte de resíduos e a importância de não conectar a rede de drenagem pluvial, destinada à água da chuva, à rede de esgoto. Essas medidas ajudam a prevenir problemas operacionais, reduzir os riscos de contaminação ambiental e contribuir para a saúde pública.

Nas regiões em que o serviço de esgotamento sanitário será ativado, os moradores também receberão informações sobre a necessidade de realizar a ligação domiciliar à rede pública, os procedimentos para a desativação das fossas e a utilização adequada do novo sistema, conforme as orientações técnicas aplicáveis.

A iniciativa também fortalece o diálogo entre o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) e a população, contribuindo para a sustentabilidade dos investimentos em saneamento e para a melhoria da qualidade de vida dos moradores.

“Todo esse trabalho é fundamental para que possamos dar andamento na grande demanda de universalização do esgoto, que é fundamental para que a gente consiga melhorar as questões de saúde pública. O esgoto, é fundamental que ele seja tratado e destinado ao local correto”, observa o supervisor do Saae, Marcelo Reckzield.

Os profissionais responsáveis pela pesquisa são contratados pela empresa FAS Consultoria e Projetos e estarão devidamente identificados com uniforme e crachá durante as visitas aos moradores.

“Por meio da pesquisa vamos montar as atividades do trabalho técnico-social. É importante que as famílias recebam os pesquisadores e respondam o questionário”, ressaltou a técnica responsável Letícia Albuquerque.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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