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Escola Cecília Meireles lidera evolução da rede municipal de Lucas no Ideb 2025

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Uma comunidade escolar marcada pela diversidade de culturas, por muitos desafios e por uma equipe de profissionais da educação unida e dedicada a transformar vidas por meio do ensino. Foi nesse cenário que a Escola Municipal Cecília Meireles, de Lucas do Rio Verde, conquistou a maior nota de sua história no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2025: 7,1. O resultado representa uma evolução de 1,1 ponto em relação à avaliação anterior, realizada em 2023.

“Para nós, esse resultado não é apenas um número. Ele representa a perspectiva de futuro das crianças que estão aqui. Mostra que elas têm mais possibilidades de chegar ao Ensino Superior, construir uma carreira profissional e conquistar um futuro melhor, com mais oportunidades”, declarou o gestor Leandro de Souza.

Localizada no bairro Tessele Junior, a escola possui 1.100 alunos matriculados, com turmas do 1º ao 7º ano do ensino fundamental. Devido à proximidade com o setor industrial do município, a instituição atende, atualmente, crianças de 21 estados do Brasil, além do Distrito Federal e da Venezuela.

Transformar essa diversidade em uma força para a aprendizagem exigiu um olhar atento para as diferentes realidades presentes na escola. A partir delas, a equipe gestora e os professores construíram estratégias para lidar com desafios, como a constante chegada e saída de alunos e os diferentes níveis de aprendizagem, criando condições para que todos possam avançar ainda mais em sua trajetória escolar.

Para isso, desde o primeiro dia na unidade de ensino, cada estudante é acompanhado de perto, passando por uma avaliação diagnóstica, que possibilita a identificação dos seus conhecimentos e de possíveis dificuldades. Quando necessário, ele é encaminhado para as turmas de apoio, onde recebe um cuidado mais próximo e tem a oportunidade de retomar e fortalecer conhecimentos essenciais para acompanhar os conteúdos trabalhados em sala de aula.

Esse trabalho continua ao longo de todo o ano letivo. Em cada turma, são realizadas, ao menos, quatro avaliações diagnósticas de desempenho geral, além de avaliações específicas de alfabetização e matemática.

“Antigamente, a avaliação servia apenas para saber o quanto o aluno dominava determinado conteúdo. Hoje, a nossa escola tem um olhar diferente. Estou mais preocupada em identificar o que o aluno ainda não sabe, para que possamos fazer as intervenções pedagógicas necessárias e acompanhar de perto o seu desenvolvimento. Os professores também buscam entender como cada um aprende, para adaptar seus métodos de ensino e encontrar as melhores estratégias para que ele avance”, explicou a coordenadora Juliana Zanatta Sauer.

(Foto: Ascom Prefeitura/Anderson Lippi)

A mudança também aconteceu do lado de fora da sala de aula. A escola percebeu que, para avançar na aprendizagem, precisava trazer as famílias para mais perto. E esse movimento começou a mudar a própria relação entre a unidade e a comunidade.

“Os estudantes que apresentavam mais dificuldades na aprendizagem eram, em geral, aqueles cujos pais tinham pouca participação na vida escolar dos filhos. Por isso, realizamos um movimento para aproximar as famílias da escola. Antes, apenas 189 pais participavam das reuniões. Hoje, já são 880”, contou o gestor.

“Esses encontros são importantes, pois, por meio deles, conseguimos apresentar às famílias todo o histórico dos estudantes, desde a frequência e a participação em sala de aula até os avanços que tiveram e os pontos em que ainda precisam evoluir”, completou.

A secretária de Educação, Elaine Lovatel, parabenizou a dedicação coletiva da comunidade escolar. “O avanço na aprendizagem dos estudantes da Escola Cecília Meireles evidenciou a transformação possível que a coletividade escolar é capaz de alcançar. Reconheço e parabenizo toda a comunidade escolar por esse belíssimo trabalho.”

O resultado conquistado pela Escola Municipal Cecília Meireles no Ideb 2025 evidencia que, mesmo diante dos desafios, a união da comunidade escolar pode transformar a aprendizagem. Por trás desse avanço, existem profissionais que acompanham de perto, acreditam em cada estudante e, todos os dias, buscam novos caminhos para que ninguém fique para trás. É esse trabalho coletivo que ajuda a construir novas possibilidades para o futuro das crianças e reforça o compromisso da gestão municipal com uma educação cada vez mais acolhedora, inclusiva e capaz de transformar vidas.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Pesquisa social sobre esgotamento sanitário teve início nesta terça-feira (13) em Lucas

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Moradores de diversos bairros de Lucas do Rio Verde, contemplados pelas obras de esgotamento sanitário, começam a receber, a partir desta terça-feira (13), a visita de profissionais responsáveis pela realização de uma pesquisa social. A iniciativa integra o Projeto de Trabalho Social (PTS), vinculado às obras financiadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2023), e tem como objetivo conhecer o perfil das comunidades atendidas para orientar ações de informação, educação ambiental e conscientização sobre o uso adequado da rede de esgoto.

A pesquisa faz parte do projeto de implantação e ampliação do sistema de esgotamento sanitário no município. Os moradores poderão responder ao questionário presencialmente, durante a visita dos pesquisadores, ou por meio de um link que será disponibilizado nos grupos dos bairros.

O levantamento reunirá informações socioeconômicas, como composição familiar, faixa etária, escolaridade, presença de crianças, idosos e pessoas com deficiência, além de dados sobre a participação em programas sociais. As informações contribuirão para identificar as características e necessidades das comunidades e subsidiar o planejamento das atividades do Trabalho Social.

As ações estão relacionadas às obras de implantação da Estação de Tratamento de Esgoto por Lagoas de Estabilização, no bairro Parque das Américas; à implantação de redes coletoras nos bairros Jardim Cerrado e Parque das Araras; e à construção da Estação Elevatória de Esgoto Bruto (EEEB) Chapada, no Parque das Araras.

O trabalho também abrangerá moradores de regiões que terão as redes coletoras ativadas após a conclusão das estruturas necessárias ao funcionamento do sistema. Estão previstas ações em parte dos bairros Parque dos Buritis, Loteamento Florais dos Buritis, Vida Nova, Parque das Araras, Jardim Cerrado e Parque das Américas, além da ativação integral da rede nos bairros Jardim Esperança (Pacaembu) e Jaime Seiti Fujii.

Orientação e educação ambiental

Além da pesquisa, o Trabalho Social prevê encontros com moradores, reuniões, palestras e outras atividades educativas. A proposta é informar a população sobre as etapas das obras, os benefícios da coleta e do tratamento de esgoto e os procedimentos necessários para conectar os imóveis à rede pública.

As orientações também abordarão o uso correto do sistema, incluindo os cuidados com o descarte de resíduos e a importância de não conectar a rede de drenagem pluvial, destinada à água da chuva, à rede de esgoto. Essas medidas ajudam a prevenir problemas operacionais, reduzir os riscos de contaminação ambiental e contribuir para a saúde pública.

Nas regiões em que o serviço de esgotamento sanitário será ativado, os moradores também receberão informações sobre a necessidade de realizar a ligação domiciliar à rede pública, os procedimentos para a desativação das fossas e a utilização adequada do novo sistema, conforme as orientações técnicas aplicáveis.

A iniciativa também fortalece o diálogo entre o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) e a população, contribuindo para a sustentabilidade dos investimentos em saneamento e para a melhoria da qualidade de vida dos moradores.

“Todo esse trabalho é fundamental para que possamos dar andamento na grande demanda de universalização do esgoto, que é fundamental para que a gente consiga melhorar as questões de saúde pública. O esgoto, é fundamental que ele seja tratado e destinado ao local correto”, observa o supervisor do Saae, Marcelo Reckzield.

Os profissionais responsáveis pela pesquisa são contratados pela empresa FAS Consultoria e Projetos e estarão devidamente identificados com uniforme e crachá durante as visitas aos moradores.

“Por meio da pesquisa vamos montar as atividades do trabalho técnico-social. É importante que as famílias recebam os pesquisadores e respondam o questionário”, ressaltou a técnica responsável Letícia Albuquerque.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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