LUCAS DO RIO VERDE
Campanha Abril Laranja é lançada em Lucas do Rio Verde
LUCAS DO RIO VERDE
Foi lançada oficialmente nesta quinta-feira (02), a campanha Abril Laranja, voltada à prevenção e à conscientização sobre a crueldade e os maus-tratos aos animais. A programação contará com palestras nas escolas e no Museu do Cerrado, além de panfletagem e ações de saúde pública.
Neste mês, a Prefeitura de Lucas do Rio Verde, por meio da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, deve intensificar e ampliar o número de castrações, trabalho que já é realizado no município, atendendo famílias em situação de vulnerabilidade social. Ao todo, já foram realizadas mais de 5.711 castrações entre cães e gatos desde 2022.
Outra iniciativa voltada ao combate ao abandono animal é a microchipagem, procedimento rápido e indolor que possibilita a identificação dos animais em caso de fuga ou abandono. O município já realizou desde setembro de 2024, mais de 3.457 microchipagens.
“Em 2026, completamos 20 anos do início da campanha Abril Laranja e, em alusão a essa data, nossa equipe da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente organizou uma programação com o objetivo de sensibilizar e promover um ciclo de palestras nas escolas municipais, levando às crianças e aos adolescentes conhecimento sobre o bem-estar animal, que é o oposto dos maus-tratos. Precisamos informar crianças, adolescentes e adultos sobre o que de fato são maus-tratos e abandono, bem como nossos direitos e deveres enquanto cidadãos em relação aos animais”, explicou o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Felipe Palis.
De acordo com a secretaria, a intenção é ampliar a oferta do serviço de castração no município, evitando o abandono, além de prevenir doenças e a multiplicação de animais em situação de rua. “Temos, para os próximos anos, o objetivo de ampliar ainda mais a oferta desse serviço, podendo inclusive duplicar o número de castrações de pets no município de Lucas do Rio Verde”, ressaltou o secretário.
A secretaria também tem atuado na criação de políticas públicas voltadas à causa animal. “Entendemos que a política pública de bem-estar animal é um conjunto de ferramentas capaz de reduzir, a médio e longo prazo, a população de animais abandonados e em situação de rua. A castração é uma dessas ferramentas, juntamente com a microchipagem, o avanço da fiscalização e a sensibilização por meio de campanhas como o Abril Laranja”, acrescentou Palis.
Denúncias de maus-tratos e abandono devem ser feitas por meio da Ouvidoria Municipal, para apuração e eventual punição, pelos seguintes canais: 0800 646 4004, (65) 3549-8301 ou (65) 3549-7145.
As vagas para castração são abertas no dia 20 de cada mês, para que o procedimento seja realizado no mês subsequente. Já a microchipagem é feita sem agendamento, durante o horário comercial, na UPC, localizada na Avenida da Fé, bairro Tessele Junior.
LUCAS DO RIO VERDE
Pesquisa social sobre esgotamento sanitário teve início nesta terça-feira (13) em Lucas
Moradores de diversos bairros de Lucas do Rio Verde, contemplados pelas obras de esgotamento sanitário, começam a receber, a partir desta terça-feira (13), a visita de profissionais responsáveis pela realização de uma pesquisa social. A iniciativa integra o Projeto de Trabalho Social (PTS), vinculado às obras financiadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2023), e tem como objetivo conhecer o perfil das comunidades atendidas para orientar ações de informação, educação ambiental e conscientização sobre o uso adequado da rede de esgoto.
A pesquisa faz parte do projeto de implantação e ampliação do sistema de esgotamento sanitário no município. Os moradores poderão responder ao questionário presencialmente, durante a visita dos pesquisadores, ou por meio de um link que será disponibilizado nos grupos dos bairros.
O levantamento reunirá informações socioeconômicas, como composição familiar, faixa etária, escolaridade, presença de crianças, idosos e pessoas com deficiência, além de dados sobre a participação em programas sociais. As informações contribuirão para identificar as características e necessidades das comunidades e subsidiar o planejamento das atividades do Trabalho Social.
As ações estão relacionadas às obras de implantação da Estação de Tratamento de Esgoto por Lagoas de Estabilização, no bairro Parque das Américas; à implantação de redes coletoras nos bairros Jardim Cerrado e Parque das Araras; e à construção da Estação Elevatória de Esgoto Bruto (EEEB) Chapada, no Parque das Araras.
O trabalho também abrangerá moradores de regiões que terão as redes coletoras ativadas após a conclusão das estruturas necessárias ao funcionamento do sistema. Estão previstas ações em parte dos bairros Parque dos Buritis, Loteamento Florais dos Buritis, Vida Nova, Parque das Araras, Jardim Cerrado e Parque das Américas, além da ativação integral da rede nos bairros Jardim Esperança (Pacaembu) e Jaime Seiti Fujii.
Orientação e educação ambiental
Além da pesquisa, o Trabalho Social prevê encontros com moradores, reuniões, palestras e outras atividades educativas. A proposta é informar a população sobre as etapas das obras, os benefícios da coleta e do tratamento de esgoto e os procedimentos necessários para conectar os imóveis à rede pública.
As orientações também abordarão o uso correto do sistema, incluindo os cuidados com o descarte de resíduos e a importância de não conectar a rede de drenagem pluvial, destinada à água da chuva, à rede de esgoto. Essas medidas ajudam a prevenir problemas operacionais, reduzir os riscos de contaminação ambiental e contribuir para a saúde pública.
Nas regiões em que o serviço de esgotamento sanitário será ativado, os moradores também receberão informações sobre a necessidade de realizar a ligação domiciliar à rede pública, os procedimentos para a desativação das fossas e a utilização adequada do novo sistema, conforme as orientações técnicas aplicáveis.
A iniciativa também fortalece o diálogo entre o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) e a população, contribuindo para a sustentabilidade dos investimentos em saneamento e para a melhoria da qualidade de vida dos moradores.
“Todo esse trabalho é fundamental para que possamos dar andamento na grande demanda de universalização do esgoto, que é fundamental para que a gente consiga melhorar as questões de saúde pública. O esgoto, é fundamental que ele seja tratado e destinado ao local correto”, observa o supervisor do Saae, Marcelo Reckzield.
Os profissionais responsáveis pela pesquisa são contratados pela empresa FAS Consultoria e Projetos e estarão devidamente identificados com uniforme e crachá durante as visitas aos moradores.
“Por meio da pesquisa vamos montar as atividades do trabalho técnico-social. É importante que as famílias recebam os pesquisadores e respondam o questionário”, ressaltou a técnica responsável Letícia Albuquerque.
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