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Vereadora Michelly Alencar acompanha vistoria no CDMIC em Cuiabá

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Débora Inácio – Assessoria da vereadora Michelly Alencar

A vereadora Michelly Alencar (União Brasil), presidente da Comissão de Saúde da Câmara Municipal, participou na sexta-feira (19) da vistoria técnica ao Centro de Distribuição de Medicamentos e Insumos de Cuiabá (CDMIC). Ela estava acompanhada por representantes do Ministério Público de Mato Grosso e da Secretaria Municipal de Saúde.&nbsp

A agenda teve como objetivo acompanhar o abastecimento da rede pública de saúde, após a chegada de uma nova remessa de medicamentos adquirida por meio de uma compra no valor de R$ 59 milhões.

Durante a visita, Michelly destacou a importância da organização logística e do planejamento contínuo para garantir que os medicamentos cheguem de forma regular às unidades de saúde.&nbsp

“A saúde de Cuiabá viveu, por muitos anos, a dor da desassistência. Hoje, vemos resultados concretos de um trabalho que começou a organizar a casa. O próximo desafio é garantir que o estoque seja estável, permitindo às unidades trabalharem com previsibilidade. Essa conquista traz alívio à população”, afirmou.

A nova remessa, recebida no dia 15 de setembro, deve abastecer a rede por um período estimado de 180 dias. A Secretaria de Saúde de Cuiabá informou que, nos últimos 45 dias, a cobertura no abastecimento saltou de 50% para 82%, e que a expectativa é normalizar a oferta de medicamentos básicos até o final desse mês.

O promotor de Justiça Milton Mattos destacou o avanço, mas reforçou que é preciso manter o planejamento e garantir recursos para evitar novos episódios de desabastecimento.

Para Michelly, a atuação em conjunto entre os poderes é essencial. “Nosso papel enquanto Legislativo é fiscalizar, cobrar e também apoiar os avanços. Acompanharemos de perto os próximos passos, sempre com foco em garantir que a população tenha acesso digno e contínuo à saúde”, concluiu a vereadora.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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CRM-MT abre investigação sobre atendimento a adolescente com larvas em ferimento em VG

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O Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) abriu apuração sobre o atendimento prestado a um adolescente de 17 anos internado no Pronto-Socorro de Várzea Grande após sofrer um acidente de motocicleta. A medida ocorre após a família relatar ter encontrado larvas na região do braço operado do jovem, além de questionar as condições de atendimento e higiene durante a internação.

Em nota divulgada na quinta-feira (14), o CRM-MT informou que tomou conhecimento do caso e encaminhou os relatos apresentados pela família aos setores de Sindicância e Fiscalização da entidade. O objetivo é verificar, dentro das competências do Conselho, as circunstâncias do atendimento e as condições oferecidas ao paciente enquanto permaneceu internado.

Segundo o relato da família, o adolescente sofreu o acidente no domingo (9), em uma fazenda de Nossa Senhora do Livramento, e foi levado ao Pronto-Socorro de Várzea Grande, onde passou por cirurgia devido a fraturas no braço e na perna. Na quarta-feira (12), os familiares afirmaram ter percebido larvas saindo da região do braço operado.

O caso também gerou questionamentos sobre a rotina de cuidados durante a internação. A família afirma que o adolescente teria permanecido sem banho e sem troca de curativo por período superior a 24 horas. A direção do hospital, por outro lado, informou que, após a identificação de miíase na região externa da ferida, a equipe foi acionada para realizar a limpeza e os cuidados necessários. O hospital também afirmou que o adolescente foi levado ao centro cirúrgico para avaliação e que não foram encontradas larvas no interior da ferida operatória.

Diante das versões apresentadas, o CRM-MT ressaltou que a apuração seguirá os procedimentos técnicos e legais previstos. O Conselho não antecipou conclusões sobre eventual falha no atendimento ou responsabilidade dos profissionais envolvidos.

A investigação deverá analisar as circunstâncias do atendimento e as condições oferecidas ao adolescente durante o período de internação, sem antecipar eventual responsabilidade antes da conclusão da apuração.

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