Cuiabá
Prefeito garante pagamento ao Abrigo Bom Jesus com presença de conselheiro do TCE
Cuiabá
Acompanhado do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Antônio Joaquim, o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, se reuniu nesta sexta-feira (22) com a diretoria do Abrigo Bom Jesus. Durante o encontro, que também contou com a presença do gestor financeiro Emerson Cássio, foi tratada a dívida de R$ 130 mil deixada pela antiga gestão municipal, referente ao mês de dezembro de 2024. Cordial na recepção, Brunini assegurou que o pagamento será empenhado nos próximos dias.
Além da quitação do débito, a diretoria do abrigo, que atualmente atende 97 idosos, apresentou ao prefeito a necessidade de reajuste no repasse mensal feito pela prefeitura. Hoje, a unidade recebe R$ 130 mil, mas defende um aumento aproximado de R$ 14 mil para ajudar a custear as despesas. Segundo a instituição, cada idoso assistido gera um custo médio superior a R$ 4 mil mensais. O Abrigo Bom Jesus mantém seu funcionamento com o apoio de doações filantrópicas e também com recursos do Governo do Estado.
Outro ponto destacado foi a obra do Lar de Longa Permanência do Idoso (LLPI), que está sendo construída pela prefeitura e deve ampliar a capacidade de atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade.
“Nosso compromisso é cuidar das pessoas e fortalecer as parcerias com instituições sérias como o Abrigo Bom Jesus. Vamos honrar os compromissos deixados pela gestão anterior e ampliar o apoio, porque essa é uma causa que precisa da atenção de todos nós”, afirmou o prefeito Abilio Brunini.
A presidente da entidade agradeceu o apoio da atual administração. “O empenho do prefeito Abilio e da primeira-dama Samantha Iris em trabalhar pela obra do LLPI é motivo de esperança para todos que dedicam suas vidas a cuidar dos idosos. Essa parceria é fundamental para mantermos a qualidade do atendimento”, destacou.
Participaram da reunião o chefe de gabinete do prefeito, William Campos, o procurador do município, Luiz Antônio Júnior, o secretário de Governo, Ananias Filho, e a secretária de Comunicação, Ana Karla Costa.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
Prefeito e secretário encaminham projeto à Câmara para permitir renovação de contratos da Educação
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, e o secretário municipal de Educação, Reginaldo Alves Teixeira, encaminharam à Câmara Municipal um projeto de lei que amplia o prazo para contratação temporária de profissionais da Rede Municipal de Ensino. A proposta busca permitir a renovação de contratos e reduzir a necessidade de realização recorrente de processos seletivos, garantindo maior continuidade aos serviços educacionais. O Projeto de Lei nº 383/2026 foi protocolado pelo Executivo em 24 de agosto.
O prefeito Abilio Brunini destacou que a proposta busca evitar a realização de processos seletivos todos os anos para atender a uma necessidade que permanece na Rede Municipal de Ensino. “Eu tenho o desejo de evitar que fique fazendo processo seletivo todos os anos. Nós vamos fazer um processo seletivo, vale contrato dois anos, a gente renova e depois faz um processo seletivo novo”, afirmou. Segundo ele, a medida permite dar maior estabilidade ao planejamento da Educação, sem deixar de cumprir a exigência de realização de concurso público.
A proposta altera a Lei Municipal nº 4.424, de 2003, que regulamenta as contratações temporárias por excepcional interesse público. Pelo texto, os contratos enquadrados na hipótese de contratação de professores substitutos e visitantes poderão ter duração de até 18 meses, com possibilidade de uma única prorrogação por igual período, alcançando o limite máximo de 36 meses. A mudança também prevê a aplicação da nova regra aos contratos temporários vigentes e aos processos seletivos simplificados ainda dentro do prazo de validade, desde que atendidos os requisitos legais.
Durante conversa sobre a medida, o prefeito destacou que pretende evitar a realização de novos processos seletivos todos os anos quando a necessidade de profissionais permanece. “Eu tenho o desejo de evitar que fique fazendo processo seletivo todos os anos. Nós vamos fazer um processo seletivo, vale contrato dois anos, a gente renova e depois faz um processo seletivo novo”, afirmou Abilio, ao explicar que a mudança também será acompanhada dos estudos necessários para a realização de concurso público na Educação.
Segundo o secretário Reginaldo, a equipe técnica da Secretaria de Educação realizou estudos e buscou orientação jurídica para estruturar a proposta. A Secretaria havia encaminhado à Procuradoria-Geral do Município uma solicitação para analisar a alteração da legislação e a possibilidade de aplicar a nova sistemática aos contratos e processos seletivos em andamento.
O secretário municipal de Educação, Reginaldo Alves Teixeira, ressaltou que, paralelamente à proposta de alteração da legislação, já está em andamento o planejamento para a realização de concurso público na Educação. “Em paralelo, a gente está fazendo um estudo também para continuar aí com o concurso público, que é uma exigência aí já faz há bastante tempo, e a gente está fazendo esse estudo”, afirmou. Ele explicou que, enquanto o concurso é estruturado, a Secretaria trabalha para viabilizar a renovação dos contratos dos profissionais selecionados, caso a Câmara aprove a alteração legislativa.
A justificativa administrativa aponta que a realização sucessiva de processos seletivos exige mobilização de equipes para elaboração de editais, inscrições, análise documental, recursos, homologação, convocação, contratação, cadastramento, atribuição e lotação. A repetição desses procedimentos também gera custos e pode provocar dificuldades na organização das unidades e no início dos períodos letivos.
Para os professores, a Secretaria destaca ainda o impacto pedagógico da continuidade dos profissionais. A permanência durante o período em que existir a necessidade temporária contribui para preservar o planejamento, acompanhar a aprendizagem dos estudantes e manter a integração entre docentes, equipes gestoras e comunidade escolar.
A proposta, no entanto, não garante a renovação automática dos contratos. O texto estabelece que a prorrogação dependerá da necessidade da Administração, da permanência da situação temporária de excepcional interesse público, da disponibilidade orçamentária e financeira e do cumprimento dos demais requisitos legais.
O projeto também deixa claro que a ampliação do prazo não transforma os contratos temporários em vínculos permanentes e não substitui o concurso público como forma de ingresso efetivo no serviço público. A Prefeitura informou que, paralelamente à tramitação da proposta, a Secretaria de Educação trabalha em estudos para avançar na realização de concurso público para a área.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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