Polícia
Estão abertas as inscrições para a Corrida MPMT 2026
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Correr, caminhar, superar desafios e ainda ajudar quem precisa. Com essa proposta, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Associação Mato-grossense do Ministério Público (AMMP) abrem, nesta terça-feira (6), as inscrições para a Corrida MPMT 2026. A prova será realizada no dia 15 de novembro, no Parque Novo Mato Grosso, em Cuiabá, reunindo atletas, integrantes da instituição e a população em um evento que alia promoção da saúde, integração e solidariedade.A programação contará com provas de cinco e 10 quilômetros, além de caminhada de dois quilômetros, com largada prevista para as 6h30. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet (clique aqui). O valor é de R$ 70, acrescido de R$ 10 de taxa de administração e da doação de um quilo de arroz ou feijão, que deverá ser entregue no momento da retirada do kit. Para Pessoas com Deficiência (PCDs), a prova será realizada somente na categoria de cinco quilômetros, com inscrições gratuitas.Toda a arrecadação será destinada a entidades filantrópicas. Além do caráter solidário, a iniciativa busca incentivar a prática de atividades físicas e aproximar ainda mais o Ministério Público da sociedade por meio de uma ação aberta à participação popular.Todos os participantes que concluírem o percurso receberão medalha de participação. A premiação incluirá troféus para os primeiros colocados das categorias gerais e de integrantes do Ministério Público, no masculino e no feminino, além de medalhas especiais para os vencedores das faixas etárias. Para atletas PCD, haverá premiação para os primeiros colocados no segmento masculino e feminino das subcategorias cadeirante, deficiente visual, deficiente físico andante membro inferior, deficiente físico andante membro superior e deficiente físico auditivo.O regulamento completo pode ser consultado aqui. A Corrida MPMT 2026 conta com patrocínio da Energisa, Águas Cuiabá e Sistema Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), e integra o Circuito Sesi de Corrida de Rua.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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