Polícia Federal
Luiz Sansão declara apoio a Juca do Guaraná e destaca atuação do deputado em Barra do Bugres
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O ex-candidato a prefeito de Barra do Bugres Luiz Sansão (NOVO), que ficou em segundo lugar na eleição municipal de 2024 com mais de 8 mil votos, reuniu seu grupo político e declarou apoio à reeleição do deputado estadual Juca do Guaraná (PSDB). Durante o encontro, Sansão destacou a atuação do parlamentar no município e citou investimentos destinados por Juca ao longo do mandato.
Em discurso público, Sansão afirmou que Juca já prestou serviços importantes para Barra do Bugres e manifestou expectativa de que o deputado possa ampliar sua atuação em um eventual novo mandato.
“Juca tem serviço prestado em Barra do Bugres. Trouxe mais de R$ 3 milhões e, com certeza, trará muito mais. É importante reconhecer quem trabalha pelo município e cobrar também aquilo que a nossa população ainda precisa.”, afirmou Sansão.
Entre as principais demandas apresentadas durante o encontro estão a abertura do hospital municipal e a busca por soluções para o abastecimento de água. Sansão destacou que essas questões atingem diretamente a população e defendeu que sejam tratadas como prioridades.
Sobre o abastecimento, o ex-candidato ressaltou a situação enfrentada pelos moradores mesmo em uma região cercada por importantes rios.
“É inaceitável. Estamos cercados pelos rios Paraguai, Bugres e Branco e falta água nas casas, muitas vezes até para tomar banho depois de um dia de trabalho. A população precisa de uma solução.”, cobrou Sansão.
Juca agradeceu a manifestação de apoio e destacou o carinho que mantém por Barra do Bugres e o compromisso de continuar ouvindo as demandas do município.
“Recebo esse apoio com muita gratidão e, principalmente, com responsabilidade. Barra do Bugres é um município pelo qual tenho muito carinho e onde já tivemos a oportunidade de contribuir com ações importantes. Mas eu sei que ainda há muito a fazer. Quero continuar ouvindo a população e trabalhando para que as demandas do município sejam transformadas em ações.”, afirmou Juca.
O deputado também ressaltou que a atuação parlamentar precisa estar conectada às necessidades apresentadas pelos municípios e que saúde, abastecimento de água e qualidade de vida estão entre as demandas que merecem atenção permanente.
“Quando a gente recebe uma cobrança como essa, a nossa responsabilidade aumenta. O nosso trabalho é estar perto, ouvir e buscar caminhos para ajudar. Quero continuar sendo parceiro de Barra do Bugres e trabalhar para trazer novos investimentos e melhorias para a população.”, completou.
Ao declarar apoio a Juca, Sansão também reforçou a importância da continuidade do diálogo sobre as demandas de Barra do Bugres, especialmente nas áreas de saúde e abastecimento de água.
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Após veto da ALMT, novo presidente do TJ promete retomar reajuste de servidores
O desembargador José Luiz Leite Lindote, eleito para presidir o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) no biênio 2027-2028, pretende reabrir a discussão sobre o reajuste salarial de 6,8% dos servidores do Judiciário. A proposta foi barrada após a Assembleia Legislativa manter o veto do Executivo, mas o futuro presidente da Corte afirma que buscará uma nova negociação com os deputados estaduais e o governo.
Na avaliação de Lindote, o resultado da votação foi influenciado pela falta de entendimento entre as instituições durante a tramitação do projeto. Ele defendeu uma aproximação maior com o Legislativo e o Executivo para construir uma alternativa que permita conceder o aumento à categoria.
“Eu acredito que faltou um melhor diálogo, um melhor consenso em conversas com a Assembleia e com o governador de Estado”, afirmou o desembargador ao comentar o impasse.
Lindote garantiu que pretende reapresentar a proposta e demonstrou confiança na possibilidade de chegar a um acordo. Segundo ele, a nova tentativa deverá ser conduzida por meio de conversas com os parlamentares, com o objetivo de demonstrar a necessidade da recomposição salarial.
O magistrado também argumentou que os vencimentos dos servidores estão defasados e defendeu que a autonomia entre os Poderes seja respeitada na discussão. Para ele, a possibilidade de outros setores do funcionalismo reivindicarem reajustes semelhantes não deve impedir que o Judiciário busque corrigir a remuneração de seus próprios servidores.
A declaração ocorre após a Assembleia Legislativa manter, na quarta-feira (7), o veto integral ao Projeto de Lei nº 1.398/2025, que previa o aumento de 6,8% para os servidores efetivos do Tribunal de Justiça. A votação terminou com 12 votos favoráveis à manutenção do veto e seis contrários, enquanto outros seis deputados estavam ausentes.
O veto havia sido apresentado pelo então governador Mauro Mendes (União Brasil), sob o argumento de que a proposta não apresentava estudos atualizados suficientes sobre o impacto financeiro nem indicava uma fonte permanente de recursos para custear a despesa. O governo também apontou possíveis reflexos sobre as contas públicas e o risco de reivindicações semelhantes em outras carreiras.
Com a decisão dos deputados, o reajuste não poderá ser aplicado nos moldes do projeto barrado. Uma nova tentativa dependerá da construção de outra proposta e da articulação necessária para superar os questionamentos que levaram ao veto.
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