Polícia Federal
Emanuel pede orações por Márcia Pinheiro após AVC e cirurgia em Cuiabá
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O ex-prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (PSD) pediu orações pela esposa, Márcia Pinheiro, após ela sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC) na noite deste domingo (13), em Cuiabá. A ex-primeira-dama precisou ser submetida a uma cirurgia de emergência e permanece internada em um hospital particular da Capital.
Em uma manifestação publicada nas redes sociais, Emanuel informou que o estado de saúde de Márcia é delicado e exige muitos cuidados. Segundo ele, a família permanece ao lado dela enquanto a equipe médica acompanha a evolução do quadro.
“Estamos ao lado dela, acompanhando cada momento e confiando no trabalho da equipe médica que está cuidando da Márcia.”
O ex-prefeito também classificou o momento como difícil para a família e agradeceu pelas mensagens de apoio recebidas desde a internação. Ele pediu que as pessoas continuem incluindo Márcia em suas orações e pensamentos.
“Este é um momento muito difícil para nossa família. Agradeço, de coração, todas as mensagens, orações e manifestações de carinho que temos recebido. Peço que continuem colocando a Márcia em suas orações e pensamentos”, afirmou Emanuel.
Márcia Pinheiro tem 58 anos, é advogada e teve atuação nos bastidores da trajetória política do marido. Durante os dois mandatos de Emanuel à frente da Prefeitura de Cuiabá, entre 2017 e 2024, ela exerceu papel de destaque em ações sociais, embora não tenha ocupado cargo oficial na administração municipal.
Em 2022, Márcia também entrou na disputa eleitoral pelo Governo de Mato Grosso. Candidata pelo PV, recebeu 267.172 votos, correspondentes a 16,41% dos votos válidos naquele pleito.
Até o momento, a família não divulgou detalhes adicionais sobre o quadro clínico ou sobre o procedimento realizado. Emanuel afirmou que novas informações serão repassadas assim que houver condições de compartilhá-las.
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Após veto da ALMT, novo presidente do TJ promete retomar reajuste de servidores
O desembargador José Luiz Leite Lindote, eleito para presidir o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) no biênio 2027-2028, pretende reabrir a discussão sobre o reajuste salarial de 6,8% dos servidores do Judiciário. A proposta foi barrada após a Assembleia Legislativa manter o veto do Executivo, mas o futuro presidente da Corte afirma que buscará uma nova negociação com os deputados estaduais e o governo.
Na avaliação de Lindote, o resultado da votação foi influenciado pela falta de entendimento entre as instituições durante a tramitação do projeto. Ele defendeu uma aproximação maior com o Legislativo e o Executivo para construir uma alternativa que permita conceder o aumento à categoria.
“Eu acredito que faltou um melhor diálogo, um melhor consenso em conversas com a Assembleia e com o governador de Estado”, afirmou o desembargador ao comentar o impasse.
Lindote garantiu que pretende reapresentar a proposta e demonstrou confiança na possibilidade de chegar a um acordo. Segundo ele, a nova tentativa deverá ser conduzida por meio de conversas com os parlamentares, com o objetivo de demonstrar a necessidade da recomposição salarial.
O magistrado também argumentou que os vencimentos dos servidores estão defasados e defendeu que a autonomia entre os Poderes seja respeitada na discussão. Para ele, a possibilidade de outros setores do funcionalismo reivindicarem reajustes semelhantes não deve impedir que o Judiciário busque corrigir a remuneração de seus próprios servidores.
A declaração ocorre após a Assembleia Legislativa manter, na quarta-feira (7), o veto integral ao Projeto de Lei nº 1.398/2025, que previa o aumento de 6,8% para os servidores efetivos do Tribunal de Justiça. A votação terminou com 12 votos favoráveis à manutenção do veto e seis contrários, enquanto outros seis deputados estavam ausentes.
O veto havia sido apresentado pelo então governador Mauro Mendes (União Brasil), sob o argumento de que a proposta não apresentava estudos atualizados suficientes sobre o impacto financeiro nem indicava uma fonte permanente de recursos para custear a despesa. O governo também apontou possíveis reflexos sobre as contas públicas e o risco de reivindicações semelhantes em outras carreiras.
Com a decisão dos deputados, o reajuste não poderá ser aplicado nos moldes do projeto barrado. Uma nova tentativa dependerá da construção de outra proposta e da articulação necessária para superar os questionamentos que levaram ao veto.
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