Cultura
Drone de miriti estreia no Círio de Nazaré
Cultura
Vem aí o primeiro drone feito de miriti do mundo, criação da professora e cientista Keila Catete, em parceria com o Instituto Federal do Pará, Campus Belém. A nova tecnologia vai ser usada no Círio de Nazaré pela primeira vez, agregando o valor do artesanal nos brinquedos de criança feitos de miriti. A mestranda em engenharia pelo Instituto Federal do Pará, Campus Belém, responsável pela implantação da nova tecnologia, Keila Catete, fala da novidade.

“O projeto, ele agrega a sustentabilidade, a cultura local, a biodiversidade, principalmente, reconhecimento na área científica. E nada melhor do que agregar com a nossa cultura, a tecnologia, inovação e trabalhando com grandes especialistas.”
O projeto drone feito de miriti deverá ser atração das crianças durante o Círio. Vale ressaltar que a mestranda em engenharia deverá apresentar o primeiro drone com sensor e faz o veículo aéreo não tripulado flutuar sobre a água. Keila Catete comenta sobre a proposta, também, para as crianças.
“Essa tecnologia, ela vai agregar, a criança, ela vai observar, ela vai analisar que o protótipo, ela vai reconhecer tudo isso com controle remoto e toda a estrutura de um drone, terão acesso, mas sendo supervisionado por um profissional renomado e com aulas práticas, sim, essa criança, ela terá acesso, de acordo com a faixa etária, e também o modelo do drone. Nós sabemos, mais uma vez, que temos que, classificar o drone para que as crianças possam ter acesso com segurança.”
Cultura
Festival ressalta artes cênicas negras e afro-indígenas em São Luís
A capital do Maranhão será palco de encontros, espetáculos, performances, oficinas e experiências que celebram a potência das artes cênicas negras e afro-indígenas. São Luís recebe, a partir desta terça-feira(13) até o próximo sábado, o 1ª Festival de Artes Cênicas Pretas do Maranhão.

Além de artistas maranhenses, a programação – totalmente gratuita – é composta por artistas da Bahia, Ceará, Minas Gerais, São Paulo e Paraná, que trazem para o palco diferentes linguagens.
A programação se concentra nos teatros Arthur Azevedo, Luiz Pazzini e o Teatro do Sesc – Napoleão Ewerton, além do Centro Cultural Vale Maranhão.
Durante os cinco dias de evento, os artistas usarão dança, teatro, performances e cenas curtas para levar ao público temas como ancestralidade, literatura negra, cultura popular e experiências sociais e culturais vivenciadas pela população preta.
A abertura acontece às 19h, no Teatro do Sesc Napoleão Ewerton, com a encenação do espetáculo Língua de Boi, da Cia Maranhense. Inspirado no grande mito da cultura maranhense, o grupo ressignifica o renascimento do boi e entrelaça os cinco estágios do luto aos cinco sotaques do Bumba Meu Boi para falar de dignidade, memória e resistência ancestral.
Outros destaques do Festival são os espetáculos A Flor do Mulungu, também do Maranhão; Cuidado com Nós e Parto Pavilhão, ambos de São Paulo; e Histórias da Terra, do grupo paranaense Baquetá.
Em paralelo, também estão previstas oficinas e apresentações em escolas públicas, acompanhadas de ações bate papo com os alunos.
A programação completa está disponível no perfil do evento no Instagram.
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