Cultura
Festival Sou Manaus Passo a Paço deve receber mais de 500 mil pessoas
Cultura
Mais de 500 mil pessoas são esperadas na edição 2026 do festival multicultural Sou Manaus Passo a Paço, que será realizada entre os dias 4 e 13 de setembro, no Centro Histórico da capital amazonense. O calendário com os dez dias de programação acaba de ser divulgado.

Com o tema “Origens, Águas e Manaus”, o evento ocupará uma área de mais de 63 mil m² com mostras de cinema, peças teatrais, exposições, atividades em equipamentos culturais, shows de artistas nacionais e amazonenses, além de feiras de artesanato, gastronomia e economia criativa, entre outras atrações. Entre os espaços incorporados à programação estão a biblioteca municipal João Paulo II, o teatro Gebes Medeiros, o Museu da Cidade de Manaus e o centro cultural Óscar Ramos.
Programação
O festival reunirá mais de 150 músicos e mais de três mil trabalhadores de outros segmentos culturais. Entre as atrações nacionais estão Dennis DJ, IZA, Filipe Ret, Duquesa, Dead Fish e Gloria Groove. Já a música amazonense será representada por mais de uma dezena de artistas, entre eles Jehnny Moda, Doral, Lucilene Castro, Cabocrioulo, Tucumanus e Victor Xamã.
Acesso
O Sou Manaus é gratuito, mas é necessário fazer reserva e retirar antecipadamente as pulseiras de acesso. A etapa de reservas já está aberta e pode ser feita por meio do site do festival. Já a retirada das pulseiras começa na sexta-feira (28) e vai até 1º de setembro. Os pontos de entrega já estão disponíveis na página do evento.
A expectativa é que a programação movimente a cadeia cultural, o comércio, os serviços e o turismo da capital amazonense.
Cultura
Roxinha Lisboa ganha exposição individual em Salvador
A artista popular alagoana Maria José Lisboa da Cruz, conhecida como Roxinha Lisboa, será homenageada com uma exposição individual na Caixa Cultural Carlos Gomes, em Salvador, na Bahia.

A abertura da mostra será na noite desta terça-feira e contará com uma visita mediada pela própria artista.
A exposição faz parte do projeto “Meu Brasil Interior” e reúne mais de 60 obras inspiradas em memórias e cenas do cotidiano sertanejo. Os trabalhos aproximam a produção artística de Roxinha Lisboa das experiências que marcaram sua trajetória de vida.
Temas como trabalho, memória, autonomia feminina e transformação social aparecem em espaços expositivos como “O Ateliê Imersivo” e “Cartas para Roxinha”. O trabalho da artista integra o universo da Arte Naif contemporânea brasileira, com cores vibrantes, personagens, festas populares, manifestações religiosas e paisagens marcadas pela memória afetiva.
A mostra ficará aberta à visitação até 22 de novembro.
Dona Roxinha nasceu em 1956, no povoado de Lagoa de Pedra, no sertão de Alagoas, onde vive até hoje. Antes de se dedicar à arte, trabalhou na agricultura e em serviços gerais. Começou a pintar já na maturidade, usando o desenho para matar a saudade dos filhos que haviam saído de casa. O que começou como uma brincadeira acabou se transformando em uma carreira reconhecida.
Autodidata, ela pinta sobre os mais variados suportes: madeira, papel, objetos usados e até paredes.
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