Várzea Grande
Vacinação antirrábica gratuita segue disponível durante todo o ano no CCZ de Várzea Grande
Várzea Grande
A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande faz um chamamento aos proprietários de cães e gatos para garantir a imunização contra a raiva. Mesmo sem a confirmação do calendário da campanha de vacinação em massa — prevista para outubro —, o Município reforça que o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) oferece o serviço de forma permanente, segura e totalmente gratuita.
A raiva é uma doença infecciosa viral grave que acomete o sistema nervoso central dos mamíferos e é fatal em praticamente 100% dos casos. A vacinação anual dos animais domésticos é a forma mais eficaz de interromper o ciclo de transmissão do vírus e proteger também a população.
Conforme explica o médico-veterinário do CCZ de Várzea Grande, Luciano Fonseca de Miranda, devem ser vacinados cães e gatos saudáveis a partir dos três meses de idade que estejam com a vacinação atrasada ou com a dose próxima do vencimento.
“As doses ofertadas são seguras e totalmente gratuitas. Não vacinamos apenas animais convalescentes ou fêmeas gestantes, embora a vacina não apresente contraindicações para essas situações. O CCZ oferece esse serviço de forma permanente, independentemente das campanhas anuais”, explica.
O veterinário reforça que a prevenção não deve ficar restrita a um único período do ano.
“Temos doses disponíveis e uma equipe técnica preparada para atender a população. Não é necessário esperar a campanha nos bairros. Proteger o animal de estimação é também uma forma de proteger toda a família”, destacou.
SERVIÇO
Além do atendimento na sede, o CCZ realiza vacinação itinerante, com busca ativa de animais nas áreas rurais e em regiões periféricas de Várzea Grande. Esse trabalho externo acontece às segundas e sextas-feiras.
Por esse motivo, a vacinação na sede do CCZ é realizada às terças, quartas e quintas-feiras, em horário comercial.
O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Várzea Grande está localizado na Rua Diego Botelho, s/nº (antiga Rua 42), bairro Parque Paiaguás II.
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Várzea Grande
Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.
Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.
“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.
Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.
“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.
A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.
Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.
O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.
As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.
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