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Começa hoje 17º Festival Internacional de Música de Campina Grande

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De terra do “Maior São João do Mundo” para “Palco da Música Erudita e Popular”. Campina Grande (PB) mal deu adeus a temporada junina e já recebe dois festivais que irão movimentar a cidade nos próximos dias. Começa nesta sexta-feira (10) o 17º Festival Internacional de Música de Campina Grande e o 10º FIMUS Jazz. 

Serão concertos, recitais, shows e cursos de música até 19 de julho. A programação inclui espetáculos de diferentes gêneros, que vão da música erudita ao chorinho, além de dezesseis cursos na área da música em diferentes modalidades com professores do Brasil e do exterior. Os dois eventos este ano homenageiam o centenário de nascimento do multi-instrumentista, compositor e regente pernambucano Moacyr Santos, reconhecido como um dos grandes nomes do afrojazz. 

A abertura do festival acontece nesta sexta-feira (10), às oito da noite, no Teatro Municipal Severino Cabral, com a apresentação que celebra os 30 anos do espetáculo “Missa de Alcaçus”, de Danilo Guanais. A obra abriga um elenco de músicos e instrumentistas que incluem soprano, barítono e violão solista, coro, orquestra de cordas e percussão. Ela é uma das missas brasileiras mais interpretadas em nosso país e no exterior, e no festival contará com a Orquestra Sinfônica da Universidade Federal da Paraíba e o Coro de Câmara de Campina Grande no elenco.

Neste primeiro fim de semana, o teatro ainda recebe apresentações da Orquestra de Câmara da Universidade Federal de Campina Grande, Quinteto Caxangá e Orquestra Som do Nordeste. Outro destaque da programação é a estreia mundial da “Ópera do Cabeça de Cuia”, nos dias 18 e 19 de julho.   A tragédia operística de Eli-Eri Moura é inspirada na lenda piauiense e no poema Ismália, de Alphonsus Guimaraens, que narra a trajetória de Crispim, que, após matar a própria mãe, é amaldiçoado a vagar como o monstro Cabeça de Cuia, num cenário de fome e miséria ao mesmo tempo em que se apaixona por Ismália, que pode ser ou não o fruto de sua redenção.

 Os ingressos gratuitos estão disponíveis na plataforma sympla.


Fonte: EBC Cultura

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Galerias, curadores e colecionadores se encontram na Art.Pe, em Recife

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Recife será um grande ponto de convergência entre galerias, projetos especiais, instituições, artistas, editores, curadores e colecionadores da arte contemporânea a partir desta quarta-feira (14). É que a capital pernambucana sedia até o próximo domingo a quinta edição da Art.Pe – a Feira de Arte Contemporânea de Pernambuco, um espaço que abriga um recorte da arte pós-moderna brasileira em diferentes linguagens.

O pavilhão de mais de 5 mil metros quadrados, no Recife Expo Center, reúne 75 expositores, incluindo 55 galerias de todas as regiões do Brasil, com atuação nacional e internacional, e ainda dois espaços para produções de arte da Argentina e Portugal.

o Art.Pe recebe também projetos especiais, instituições culturais, editoras e livrarias com novidades da arte contemporânea.

O espaço também abriga lojas de museus da Região Nordeste. Os participantes apresentam ao público as novidades do mercado da arte — pinturas, esculturas, fotografias, desenhos, gravuras, objetos em cerâmica, artes têxteis, entre outras.

Outro destaque da programação é a Arena BNB Cultural, que irá promover leituras individualizadas de portfólio de artistas do Nordeste, prêmios, lançamentos editoriais, momentos culturais e, principalmente, conversas sobre temas relevantes para o setor, conduzidas por convidados com diferentes atuações no campo artístico.

O acesso ao público na quarta-feira acontece das 17h30 às 21h. De quinta a sábado, de 13h às 21h.  E no domingo entre 12h e 19h. 

A programação dia a dia e as orientações de acesso disponíveis na página artpe.art.br.


Fonte: EBC Cultura

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