Polícia
Homem é preso pela PM após agredir namorada e ameaçá-la de morte em Rondonópolis
Polícia
Um homem, de 27 anos, foi preso na madrugada deste sábado (27.6), por policiais militares do 5º Batalhão, suspeito por violência doméstica, ameaça de morte e desacato, em Rondonópolis (220 km de Cuiabá).
Conforme o boletim de ocorrência, a vítima, de 21 anos, relatou que convive com o suspeito há cerca de três anos e que o casal tem um filho de apenas seis meses.
De acordo com o relato, após consumir bebida alcoólica, o homem iniciou uma discussão e passou a ofendê-la com palavras de baixo calão. Em seguida, ela deixou a residência e pediu ajuda aos vizinhos para acionar a polícia.
Ainda conforme a vítima, o suspeito foi atrás dela e iniciou as agressões físicas, desferindo socos, aplicando um golpe conhecido como “mata-leão”, jogando-a ao chão e batendo sua cabeça contra o asfalto.
Na tentativa de se defender, a mulher pegou um facão. O agressor tomou a arma de suas mãos, sofreu um corte na mão esquerda durante a ação e, em seguida, passou a ameaçá-la de morte utilizando o próprio facão.
Os policiais militares realizaram abordagem do suspeito, que passou a proferir ameaças e palavras de baixo calão contra as equipes. A mulher foi encaminhada para atendimento médico, onde recebeu medicação e foi liberada. O homem foi levado à delegacia.
Disque–denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: PM MT – MT
Polícia
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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