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Força Tática prende dois homens com 78 porções de drogas em Tangará da Serra

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Policiais militares da Força Tática do 7º Comando Regional prenderam dois homens, de 21 e 22 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite desta quarta-feira (17.6), em Tangará da Serra. Com a dupla, foram apreendidas 78 porções de substâncias análogas à cocaína, pasta base e maconha.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe da Força Tática estava em rondas pelo bairro Santa Terezinha e recebeu denúncia de que uma quitinete, localizada na mesma região, estava sendo utilizada para uso e tráfico de drogas.

Os policiais seguiram para o endereço informado e encontraram um homem em uma calçada. O suspeito viu a chegada das viaturas e tentou fugir, retornando para dentro da quitinete, mas foi abordado e detido pelos militares.

Na revista pessoal ao homem, os policiais encontraram duas porções de pasta base de cocaína. Ele foi questionado sobre a procedência do entorpecente e afirmou ser usuário de drogas e que havia adquirido o material no interior da quitinete, onde estaria o responsável pelo tráfico.

Diante da situação, os militares seguiram para o interior do imóvel e flagraram o segundo suspeito tentando se desfazer das drogas em um banheiro e danificando um celular. Ele foi detido e os policiais recolheram o material que estava com ele, sendo mais porções de pasta base, maconha e cocaína.

Os dois homens receberam voz de prisão e foram conduzidos para o Cisc de Tangará da Serra, com o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências pertinentes.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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