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Polícia Civil prende em flagrante autor de roubo contra idoso em Mirassol D’Oeste

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Um homem suspeito do roubo contra um idoso, de 64 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na manhã de segunda-feira (15.6), menos de duas horas após o crime, em rápida ação realizada pelos policiais da Delegacia de Mirassol D’Oeste.

O suspeito, de 30 anos, foi encontrado com o aparelho celular da vítima e com a faca utilizada no crime e foi autuado em flagrante por roubo.

O crime ocorreu, por volta das 05h30, quando a vítima estava em sua residência e foi surpreendida por um criminoso armado com uma faca. Sob grave ameaça, o suspeito exigiu que o idoso entregasse seus pertences, afirmando que o mataria caso não obedecesse.

Durante a ação criminosa, foram subtraídos um aparelho celular, uma carteira contendo documentos pessoais, cartões bancários, e dinheiro e um papel contendo senhas bancárias da vítima.

Assim que tomou conhecimento dos fatos, a equipe de investigadores da Delegacia de Mirassol D’Oeste iniciou diligências ininterruptas para identificar e localizar o autor do crime. Após levantamentos e buscas realizadas em diversos pontos da cidade, os policiais localizaram o suspeito, identificado, nas dependências do Estádio do Pé da Serra.

Durante a abordagem, os investigadores encontraram em posse do suspeito o aparelho celular e os cartões pertencentes à vítima. Também foi apreendida uma faca que, segundo as investigações preliminares, teria sido utilizada para ameaçar o idoso durante o roubo.

O suspeito foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Mirassol D’Oeste, onde após ser interrogado pelo delegado Gustavo Ataide, foi autuado em flagrante pelo crime de roubo. Os objetos recuperados serão restituídos à vítima.

“A ação rápida mostra o compromisso com a segurança da população e destaca a importância da imediata comunicação dos crimes às forças de segurança, fator fundamental para o êxito das ações policiais e recuperação de bens subtraídos”, disse o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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