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São João da Paraíba celebra Luiz Gonzaga em exposição imersiva

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Apesar da extensa programação do São João de Campina Grande, na Paraíba, é possível se planejar com calma para visitar vários espaços e eventos ao longo do mês de junho.

Um deles é a exposição imersiva “Luiz Gonzaga, 110 anos do Nascimento”, instalada no Parque Evaldo Cruz.

A exposição imersiva, com curadoria do pesquisador e escritor Paulo Wanderley, faz um passeio pela vida e obra do artista, considerado o maior representante da autêntica música nordestina e um dos repertórios mais executados durante o período dos festejos juninos.

O roteiro da exposição se baseia no livro que batiza o evento, lançado pelo curador em 2022. São ilhas cronológicas, separadas por décadas.

O que está exposto representa apenas um pequeno recorte do acervo de Paulo, que possui milhares de itens vinculados ao Rei do Baião.

Na exposição é possível apreciar objetos históricos, fotografias, vídeos, figurinos, discografia, artigos e matérias, além de dezenas de itens pessoais. Peças utilizadas no filme “Gonzaga, de Pai para Filho” também estão expostas.

Paulo, que morou ainda na infância em Exu, terra de Gonzaga, celebra a oportunidade de poder contar um pouco da história do artista em uma festa que tem íntima ligação com a história e a obra do cantor e compositor nordestino. 

“Tem uma frase de Seu Luiz Gonzaga que eu adoro, que ele fala que nasceu, que veio ao mundo, está nesse mundo para unir. Nós conhecemos a concepção de São João que nós temos hoje por causa do Seu Luiz Gonzaga. Ele que inventou o trio Pé de Serra: Sanfona, Zabumba, Triângulo. E foi ele que definitivamente colocou o Nordeste no mapa do Brasil”.

Várias réplicas gigantes de chapéus, painéis e totens digitais também ajudam a contar a história do pernambucano.

A exposição “Luiz Gonzaga 110 Anos do Nascimento” funciona diariamente, das 17h até meia-noite, até o dia 5 de julho.

*Com sonoplastia de Jailton Sodré


Fonte: EBC Cultura

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Festival ressalta artes cênicas negras e afro-indígenas em São Luís

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A capital do Maranhão será palco de encontros, espetáculos, performances, oficinas e experiências que celebram a potência das artes cênicas negras e afro-indígenas. São Luís recebe, a partir desta terça-feira(13) até o próximo sábado, o 1ª Festival de Artes Cênicas Pretas do Maranhão.

Além de artistas maranhenses, a programação – totalmente gratuita – é composta por artistas da Bahia, Ceará, Minas Gerais, São Paulo e Paraná, que trazem para o palco diferentes linguagens.

A programação se concentra nos teatros Arthur Azevedo, Luiz Pazzini e o Teatro do Sesc – Napoleão Ewerton, além do Centro Cultural Vale Maranhão.

Durante os cinco dias de evento, os artistas usarão dança, teatro, performances e cenas curtas para levar ao público temas como ancestralidade, literatura negra, cultura popular e experiências sociais e culturais vivenciadas pela população preta. 

A abertura acontece às 19h, no Teatro do Sesc Napoleão Ewerton, com a encenação do espetáculo Língua de Boi, da Cia Maranhense. Inspirado no grande mito da cultura maranhense, o grupo ressignifica o renascimento do boi e entrelaça os cinco estágios do luto aos cinco sotaques do Bumba Meu Boi para falar de dignidade, memória e resistência ancestral.

Outros destaques do Festival são os espetáculos A Flor do Mulungu, também do Maranhão; Cuidado com Nós e Parto Pavilhão, ambos de São Paulo; e Histórias da Terra, do grupo paranaense Baquetá.

Em paralelo, também estão previstas oficinas e apresentações em escolas públicas, acompanhadas de ações bate papo com os alunos. 

A programação completa está disponível no perfil do evento no Instagram. 




Fonte: EBC Cultura

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