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Polícia Civil prende suspeito de matar homem em Nova Bandeirantes por dívida de drogas
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A Polícia Civil prendeu em flagrante, na tarde dessa quinta-feira (14.5), um homem, de 28 anos, suspeito do homicídio de Heleno Souza Amorim, 48 anos, ocorrido no dia 11 de maio, no Garimpo Juruena, na área rural de Nova Bandeirantes.
A vítima foi encontrada com ferimento de arma de fogo em via pública afastada. As investigações da Delegacia de Nova Bandeirantes identificaram rapidamente o suspeito e reuniram um robusto conjunto de provas.
A captura nessa quinta-feira foi resultado de diligências ininterruptas conduzidas por três dias consecutivos pela equipe da Delegacia de Nova Bandeirantes, com apoio da Delegacia de Paranaíta, equipe que efetuou a prisão.
Após a fuga do suspeito para área de mata na região do garimpo, as investigações identificaram que ele havia se deslocado para a cidade de Alta Floresta, onde foi localizado na residência de seus familiares e preso.
Em interrogatório, o suspeito confessou a prática do crime. As investigações apontam que a causa do homicídio foi dívida de drogas. O suspeito possui extensa ficha criminal, com registros por tráfico de drogas e outros delitos em diferentes comarcas do Estado.
“A prisão reforça o compromisso da Polícia Civil com a segurança pública nas regiões de garimpo e áreas remotas do norte de Mato Grosso, onde a atuação integrada entre delegacias tem sido determinante para a elucidação de crimes graves e a responsabilização de seus autores”, afirmou o delegado Matheus Oliveira.
As investigações prosseguem para apuração de outras circunstâncias do crime e identificação de eventuais envolvidos.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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