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Começa em Manaus a tradicional Feira Folclórica do Amazonas

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A tradicional Feira Folclórica do Amazonas começa no Centro Cultural dos Povos da Amazônia, localizado na Bola da Suframa, Zona Sul de Manaus.

O evento marca o início da temporada cultural, que antecede o Festival Folclórico do Amazonas 2026, e promete movimentar o cenário artístico da capital amazonense.

Neste ano, a grande novidade é a realização de disputas entre os grupos folclóricos, o que deve aumentar a competitividade e também a interação com o público.

A programação segue até o dia 24 de maio, sempre de quinta a domingo, a partir das 8 horas da noite.

A feira reúne diversas manifestações culturais que representam as tradições da região amazônica. Entre as atrações estão apresentações de cirandas, quadrilhas, tribos indígenas, coreografadas e bois bumbás, levando ao público muita música, dança, cores e encenações inspiradas nas lendas e costumes populares da Amazônia.

Além de valorizar a cultura regional, o evento também funciona como preparação para o Festival Folclórico do Amazonas. Os grupos aproveitam o espaço para ensaios e ajustes técnicos no mesmo local, onde acontecem as apresentações oficiais.

Com entrada gratuita, a Feira Folclórica também incentiva a economia criativa, fortalece os artistas locais e amplia o acesso da população à cultura popular amazonense.


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria é tema de pesquisa sobre comunicação e cidadania

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O programa Viva Maria desta segunda-feira, 17, segue em ritmo de celebração pelos seus 45 anos, com o projeto “Viva Maria na Academia”. Lançado em março deste ano, o projeto já identificou cerca de 30 trabalhos acadêmicos que têm o programa como objeto de pesquisa e analisam sua trajetória e contribuição para a comunicação pública e para a luta pelos direitos das mulheres.

A convidada desta edição é a jornalista paraense Gabriela Sobral Marques Feitosa, autora do trabalho “Viva Maria: uma voz em prol das mulheres no rádio”, defendido em 2012, no Instituto de Educação Superior de Brasília, o IESB.

Gabriela conta que seu interesse pelo programa surgiu depois de assistir, na TV Brasil, a uma reportagem do Caminhos da Reportagem sobre a trajetória de Mara Régia e sua atuação na Rádio Nacional da Amazônia. Paraense e amazônida, a pesquisadora se identificou com a relação construída pelo programa com as mulheres da região e com a capacidade do rádio de levar informação e cidadania.

Para desenvolver a pesquisa, Gabriela consultou arquivos dos jornais Correio Braziliense e Jornal de Brasília, além de bibliografia sobre mobilização social, comunicação popular e educomunicação. A partir da análise de conteúdo de diferentes edições do programa, ela investigou a contribuição do Viva Maria para a mobilização das mulheres e para a comunicação de interesse público.

O trabalho também aborda a relação do programa com o movimento de mulheres e destaca referências como o Centro Feminista de Estudos e Assessoria, o CFEMEA.

Na entrevista, Gabriela fala ainda sobre a importância de preservar, por meio da pesquisa acadêmica, a memória de um programa que há 45 anos articula informação, cidadania e defesa dos direitos das mulheres pelas ondas do rádio.

O Viva Maria também convida pesquisadores que tenham produzido artigos, trabalhos de conclusão de curso, dissertações ou teses sobre o programa a participar do projeto “Viva Maria na Academia”. Os interessados podem enviar informações sobre suas pesquisas para: vivamariaano45@gmail.com.


Fonte: EBC Cultura

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