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Mulher é presa em flagrante pela Polícia Militar suspeita por homicídio em Rondonópolis

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Policiais militares do 5º Batalhão prenderam uma mulher, de 33 anos, na manhã desta quinta-feira (7.5), suspeita de homicídio, em Rondonópolis (220 km de Cuiabá). Um homem, de 43 anos, foi agredido com uma barra de ferro, não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

De acordo com informações do boletim de ocorrência, uma testemunha relatou que encontrou o seu vizinho caído aos fundos da casa de onde residia com a suspeita. Os militares foram informados, ainda, de que ambos são usuários de entorpecentes e que a denunciada sofre de transtornos mentais.

Os militares foram até o local, identificaram e abordaram a envolvida. A mulher afirmou que a vítima teria chegado à residência fazendo uso de entorpecentes e zombando dela. Em determinado momento, ela pegou uma barra de ferro e atingiu o homem várias vezes na cabeça, enquanto ele estava sentado em um banco de madeira aos fundos do imóvel.

Ainda conforme o depoimento dela, após o crime ela permaneceu na casa durante toda a madrugada. Na manhã desta quinta, contou o ocorrido a familiares e também a pessoas em uma conveniência de bebidas, no entanto, disse que ninguém teria dado importância ao relato. Diante dos fatos, a mulher foi conduzida à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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