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Salão do Turismo começa hoje em Fortaleza

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A partir desta quinta-feira (7), Fortaleza sedia o 10º Salão do Turismo, a maior feira voltada para o mercado turístico do país. O evento segue até o próximo sábado no Centro de Eventos do Ceará, reunindo toda a cadeia produtiva do setor, gestores públicos, acadêmicos e o público em geral para uma imersão pela diversidade cultural e econômica do Brasil.

Expositores de todos os estados e do Distrito Federal confirmaram presença. Entre os vários espaços do Salão, está o Macro Regiões, onde é possível vivenciar experiências turísticas, a culinária e os principais destinos de cada estado brasileiro. Já o setor de Parques e Atrações vai apresentar as melhores opções de diversão pelo país, como a Rota Costa dos Ventos, a Chapada das Mesas, o Monte Roraima, o Geoparque Seridó e a Rota das Emoções. Também haverá dezenas de estandes dedicados ao artesanato e à agricultura familiar.

Um dos destaques da programação é a segunda edição do “Brasil + Crédito para o Turismo”, com orientação técnica e apoio direto a empreendedores para acesso a linhas de financiamento do Fundo Geral do Turismo. O Salão do Turismo traz ainda especialistas para debater as grandes tendências e a capacitação de profissionais, além de compartilhar iniciativas divulgadas na COP-30, realizada em Belém no ano passado.

O Salão do Turismo é um evento 100% gratuito. Para ter acesso à programação, basta realizar o credenciamento prévio no site salao.turismo.gov.br.


Fonte: EBC Cultura

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Fanfarras são tradição em desfiles em memória da Independência Baiana

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No 2 de Julho, as ruas do centro histórico de Salvador não celebram apenas a história. Elas ganham ritmo. Entre os personagens mais marcantes dessa engrenagem cultural estão as fanfarras escolares, que desfilam todos os anos, arrastando multidões e mantendo viva a memória da Independência Baiana.

Sob a liderança de Valteir Menezes, a Banda Marcial da Escola Municipal da Palestina (Bamup) reúne há 15 anos cerca de 60 jovens e veteranos da comunidade em uma rotina rigorosa que lhes rendeu o bicampeonato baiano. O regente, à frente da banda há mais de uma década, fala como surgiu a queridinha do bairro.

“A Bamup nasceu no dia 16 de abril de 2011 na própria sede aqui da Escola Municipal da Palestina. E ela nasceu não como fanfarra da rede, e sim como projeto Mais Educação na época. Um ano depois de ela ter surgido, eu fui convidado pela coordenação da SMED para a banda deixar de fazer parte do projeto Mais Educação para fazer parte das fanfarras da rede municipal. Foi quando recebemos o instrumental em 2012, todo instrumental dela de fanfarra, e daí em diante a gente passou a fazer parte de todos os desfiles cívicos do 2 de Julho de lá até aqui. Nessa trajetória de 15 anos, a fanfarra foi consagrada bicampeã baiana no campeonato que ela disputa desde de 2013. E em 2020, quando acabou a pandemia, nós nos tornamos banda marcial e retornamos as atividades em 2022. Em 2023, a banda foi para a sua primeira disputa como banda marcial e ela foi campeã. Em 2024 também fomos campeões baianos de novo como banda marcial.”


Slavador (BA), 02/07/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Fanfarras são tradição em desfiles em memória da Independência Baiana. Foto: Gov BA/Divulgação
Slavador (BA), 02/07/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Fanfarras são tradição em desfiles em memória da Independência Baiana. Foto: Gov BA/Divulgação

Salvador (BA), 02/07/2026 – FOTO DE ARQUIVO – Fanfarras são tradição em desfiles em memória da Independência Baiana. Foto: Gov BA/Divulgação – Gov BA/Divulgação

A alguns quilômetros da Palestina, a Famtesa, Fanfarra da Escola Municipal Teodoro Sampaio, em Pirajá, é quem comanda o tom. Mr. Ball, maestro da fanfarra há mais de 25 anos, defende que o projeto, além de ser uma maneira de mostrar que nas comunidades existem muitos jovens talentosos, também é uma ferramenta de transformação social para a juventude local.

“Eu vejo a fanfarra na vida desses jovens na escola de bastante produção. Porque a fanfarra na escola, aqui, por exemplo, ajudou muito a disciplina dos alunos, o interesse deles com estudo. Eles se dedicaram mais aos estudos, diminuiu muito a evasão desses meninos na escola. E o mais importante, ajudou muito com que o tráfico não venha recrutar eles; a música num todo contribuiu muito com isso, pode ter certeza.”

Para além do civismo, o movimento das fanfarras em Salvador cumpre um papel social indispensável nas periferias e escolas públicas, funcionando como refúgio criativo e uma vitrine de talentos durante o ano inteiro.
 


Fonte: EBC Cultura

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