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Cuiabá cede empate ao Criciúma no fim e segue pressionado no Brasileirão

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Cuiabá e Criciúma ficaram no empate por 1 a 1 na noite deste sábado, na Arena Pantanal, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro. O Dourado dominou o primeiro tempo e saiu na frente, mas viu o time catarinense crescer na etapa final e buscar a igualdade já nos acréscimos.

O gol do Cuiabá saiu ainda na etapa inicial. Em cobrança de escanteio batida por Pepê, João Basso subiu mais que a marcação e cabeceou para o fundo da rede, abrindo o placar. Até o intervalo, o time da casa manteve o controle das ações, criou boas tramas ofensivas e limitou as chegadas do Criciúma.

A volta do vestiário, porém, mudou o rumo da partida. O Cuiabá perdeu intensidade e passou a oferecer espaços ao adversário. O Criciúma aproveitou e começou a empilhar oportunidades. Logo no início, Fellipe Mateus exigiu boa defesa de Marcelo Carné. Depois, Waguininho recebeu ótimo passe dentro da área, mas finalizou para fora.

As entradas de Otero e Jhonata Robert deram novo fôlego ao time catarinense. Os dois passaram a protagonizar lances de perigo. Aos 29 minutos, Otero obrigou Pepê a afastar um chute de falta que ia no ângulo. Logo depois, Jhonata Robert tentou duas vezes: uma parada em Carné e outra finalização que passou rente à trave.

O Cuiabá, recuado, chegou a responder apenas nos acréscimos, quando Vinícius Peixoto recebeu de Marlon e tentou finalizar colocado, mas errou o alvo. A oportunidade desperdiçada custou caro.

Aos 46 minutos, em cobrança de escanteio de Otero, a defesa do Dourado não conseguiu afastar o bate-rebate na área. Carné fez a primeira defesa, Marlon salvou em cima da linha, mas Cauê, que havia acabado de entrar, apareceu para empurrar de cabeça e decretar o empate do Criciúma.

Com o resultado, o Cuiabá chega a oito pontos e, ao menos momentaneamente, deixa a zona de rebaixamento, ocupando a 15ª posição. O Criciúma soma 11 pontos e aparece na terceira colocação, ainda no G4.

Próximos jogos

O Cuiabá volta a campo no próximo sábado, às 17h (MT) e 18h (de Brasília), na Arena Sicredi, contra o Athletic-MG.

O Criciúma joga mais tarde, às 21h15, fora de casa, diante do Juventude, no Alfredo Jaconi.

Fonte: Esportes

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Após décadas de espera, Governo de Mato Grosso muda cenário da saúde com o Hospital Central

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O Hospital Central de Alta Complexidade, unidade do Governo de Mato Grosso em operação desde janeiro deste ano, marca um novo momento da saúde pública no estado e tem recebido diversos elogios de pacientes e seus familiares.

A moradora de Diamantino Cleonice Soares, esposa do paciente Francisco, que passou pela cirurgia robótica, considera que o atendimento da unidade traz muitos diferenciais e é melhor do que em hospitais privados.

“A gente vinha há um tempo só tratando no particular e quando surgiu a oportunidade de a gente vir para Cuiabá e fazer esse tratamento pelo SUS foi uma vantagem muito grande, algo extraordinário em nossas vidas. O lugar é fantástico, é um acolhimento que a gente não acha nem em rede particular. Todo mundo nos acolheu como alguém muito especial”, avaliou.

Voltado à medicina de alta complexidade, o Hospital Central é uma unidade estruturada para a realização de procedimentos cirúrgicos de alta precisão, com incorporação de tecnologias avançadas, incluindo cirurgia robótica, voltada ao atendimento exclusivo de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Nós tiramos o Hospital Central do papel e trouxemos para Mato Grosso o que há de melhor na saúde do Brasil. Ao escolher o Einstein para administrar a unidade, elevamos o padrão da saúde pública e ampliamos o acesso a serviços de alta complexidade. O mato-grossense merece ter aqui o atendimento que antes precisava buscar fora do estado”, avaliou o governador Otaviano Pivetta.

Administrado pelo Einstein Hospital Israelita, organização filantrópica com 25 anos de atuação no SUS, o Hospital Central foi responsável pelas primeiras cirurgias robóticas feitas pela saúde pública em Mato Grosso. A primeira delas foi em fevereiro e, desde então, já são 23 cirurgias realizadas, entre urologia e ginecologia.

A cirurgia robótica traz mais precisão na realização dos procedimentos e garante uma recuperação mais ágil e confortável ao paciente. Além da urologia e da ginecologia, cirurgias pediátricas e do aparelho digestivo também serão feitas com o robô.

Outro avanço foi a realização das primeiras intervenções cardíacas pediátricas por meio do serviço de hemodinâmica, implementado em maio de 2026. A tecnologia permite procedimentos menos invasivos e menor dependência de encaminhamentos para tratamento fora do estado. São dois aparelhos no Hospital Central, sendo um deles voltado exclusivamente para procedimentos cardiovasculares. A partir do mês de julho, a previsão é ofertar pelo menos 240 procedimentos por mês dessa especialidade.

“Mais do que ampliar a oferta de serviços e atuar como referência em alta complexidade, o Hospital Central qualifica a assistência em saúde de Mato Grosso. A unidade foi estruturada para garantir atendimento humanizado, seguro e resolutivo, compatível com os mais altos padrões de qualidade”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

Mais de 17 mil atendimentos já foram realizados no Hospital Central, entre consultas em sete especialidades cirúrgicas pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas, além de exames de imagens e laboratoriais e cirurgias. Pacientes de 104 municípios de Mato Grosso já foram atendidos neste hospital, o que corresponde a mais de 73% do território estadual.

Até o final de julho, a unidade hospitalar entra em sua operação plena, ampliando para 12 o total de especialidades cirúrgicas. Serão inseridos procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas. Para isso, profissionais médicos de 36 especialidades foram contratados para compor a equipe do Hospital Central, proporcionando a integralidade da assistência, com diagnósticos precisos e rápidos e qualidade assistencial diferenciada, necessária à alta complexidade.

“Temos conseguido, desde o início da operação do Hospital Central, oferecer à população de Mato Grosso serviços de excelência que ainda não estavam disponíveis no SUS do estado, ampliando o acesso e trazendo uma nova realidade à população”, comemorou a diretora da unidade, Alessandra Bokor.

Os pacientes atendidos no hospital são encaminhados pela Central Estadual de Regulação. Para isso, os usuários do SUS precisam manter atualizados seus contatos junto à unidade de saúde de sua comunidade.

Sobre o Einstein

O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a empresa de dados Statista Inc.

Com sede em São Paulo, a organização, fundada em 1955, é referência em assistência, pesquisa, inovação e ensino, com base na responsabilidade social. Há 25 anos, atua no SUS por meio da gestão de unidades públicas, que contemplam, hoje, além de hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial e Serviços de Residência Terapêutica, de atenção ambulatorial especializada e de urgência e emergência, e da execução de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.

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