Cultura
Petra Costa é finalista em categoria do Prêmio Emmy de Documentários
Cultura
A cineasta brasileira Petra Costa é finalista na categoria Melhor Direção de Documentário do 47º Prêmio Emmy de Notícias e Documentários da Academia Nacional de Artes e Ciências Televisivas dos Estados Unidos. Ela dirigiu o longa documental Apocalipse nos Trópicos. A obra, lançada no Festival de Veneza de 2024, estreou nos cinemas brasileiros em julho do ano passado e já está disponível nas plataformas de streaming.

Em Apocalipse nos Trópicos, a documentarista lança um olhar sobre a influência do movimento evangélico na política nacional, a influência de lideranças religiosas nos processos políticos que marcaram os últimos anos do país, jogando luz sobre como as relações entre fé, poder e democracia estão entrelaçadas no Brasil.
O roteiro de Petra destaca depoimentos e acompanha personalidades como o pastor Silas Malafaia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente Jair Bolsonaro, propondo uma reflexão sobre os rumos institucionais do país e suas conexões com movimentos mundiais de extremismo político e religioso.
Indicados
A empresa norte-americana National Geographic lidera as indicações ao Emmy de Notícias e Documentários deste ano com um total de 51 nomeações; seguida pela ABC News com 47.
Os indicados dessa edição foram selecionados entre mais de 2 mil inscrições de produções que estrearam em 2025, e foram avaliados por mais de 900 profissionais da área de notícias e documentários, tanto na TV quanto na mídia digital.
Os vencedores da categoria de notícias serão anunciados no dia 27 de maio; e os da categoria de documentários, no dia 28 de maio. As cerimônias acontecerão em Nova York e serão transmitidas pelos canais oficiais do Emmy na internet.
Cultura
Tela Brasil: Lula lança plataforma com mais de 500 obras audiovisuais
Mais de 500 obras audiovisuais brasileiras disponíveis de forma gratuita. Isso é o que oferece a plataforma Tela Brasil, lançada neste sábado (30), pelo governo federal.

É o primeiro serviço público de streaming audiovisual, ou seja, vídeos sob demanda, do país. Entre as obras disponíveis estão curtas, longas e médias-metragens, filmes e séries, produzidos entre 1910 e 2025.
A seleção contempla diferentes formatos, períodos históricos, regiões do país e expressões culturais, como cinemas negros e indígenas, produções dirigidas por mulheres, conteúdos voltados à infância e juventude, além de obras ligadas à memória, à sustentabilidade, à justiça climática e às identidades culturais brasileiras.
Na cerimônia de lançamento da plataforma Tela Brasil, no Rio de Janeiro, o presidente Lula afirmou que a ferramenta vai ajudar os brasileiros na compreensão do país.
“A Tela Brasil e o investimento em cultura que o Ministério está fazendo, a participação de vocês vai contribuir para a elevação da compreensão de um país chamado Brasil. Por que que nós somos assim? Por que que nós fazemos assim? E a gente não tem nem informação de quanto a cultura representa pro desenvolvimento econômico, pro desenvolvimento profissional do nosso país. Cada coisa pequena, cada filme envolve milhares de pessoas, envolve centenas de pessoas trabalhando. Cada peça de teatro é centenas de pessoas, cada show musical é dezenas e centenas de pessoas. E a gente não tem dimensão. Mais importante é a gente conhecer o nosso país por dentro, conhecer a nossa cultura, a razão das coisas que fizeram a gente chegar onde nós chegamos”.
A ministra da cultura Margareth Menezes destacou que esse é um primeiro passo para fortalecer a soberania do povo por meio da cultura.
“Uma plataforma gratuita onde o povo brasileiro vai poder se ver, pesquisar, teremos ali uma diversidade grande da produção. Então, esse é o primeiro passo pra gente conseguir também fazer com que o povo se reconheça e fortalecer a nossa identidade, fortalecer o nosso audiovisual, fortalecer a soberania do nosso povo através da nossa cultura. É isso que o presidente falou: o povo que se conhece, o povo que se vê, ele se fortalece, que as nossas histórias são lindas”.
Mais de 300 obras da Tela Brasil já têm recursos de acessibilidade como audiodescrição, legendagem descritiva e tradução em Libras. As demais receberão os recursos ainda neste ano.
Além da oferta gratuita de conteúdo, a plataforma foi concebida para operar sem publicidade, sem cobrança de assinatura e sem rastreamento comportamental para fins comerciais.
O acesso à plataforma será por meio do site telabrasil.cultura.gov.br, com login pela conta Gov.br. As versões para os sistemas Android e IOS estarão disponíveis em até 30 dias.
Ainda durante cerimônia de lançamento da plataforma foi assinado um acordo de parceria entre o Ministério da Cultura e a EBC, Empresa Brasil de Comunicação, para permitir a integração gradual do acervo da TV Brasil à plataforma Tela Brasil.
Ao todo, mais de 150 títulos da emissora pública serão disponibilizados, somando mais de 3 mil horas de conteúdo audiovisual brasileiro.
O acordo também prevê que futuros licenciamentos realizados pela EBC possam incluir a exibição das obras na Tela Brasil, ampliando o acervo disponível ao público.
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