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CCJ do Senado debate fim da aposentadoria compulsória como punição
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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado realiza nesta terça-feira (7), a partir das 10h, audiência pública para debater o fim da aposentadoria compulsória como punição a militares, magistrados e membros do Ministério Público. A medida está prevista na Proposta de Emenda à Constituição (PEC 3/2024), apresentada pelo então senador Flávio Dino, atualmente ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
Estão confirmadas as presenças da presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Vanessa Ribeiro Mateus; do presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), Tarcísio José Sousa Bonfim; e do presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), José Schettino, entre outros.
Também está entre os convidados o próprio Flávio Dino, cuja participação ainda não estava confirmada até a véspera da audiência.
Na justificativa da proposta, Dino afirma que, mesmo após as mudanças promovidas pela Emenda Constitucional 103, de 2019 – conhecida como Reforma da Previdência – ainda há casos de aplicação da aposentadoria compulsória a agentes públicos que cometeram faltas graves. O autor argumenta que a aposentadoria compulsória acaba funcionando, na prática, como benefício ao punido, que continua a receber remuneração sem exercer suas funções.
A proposta altera dispositivos da Constituição que tratam dos regimes jurídicos dessas carreiras para vedar a aplicação da aposentadoria compulsória como sanção disciplinar, prevendo, nesses casos, a demissão após o devido processo legal.
Como participarO evento será interativo: qualquer pessoa pode enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo Portal e‑Cidadania. As mensagens podem ser lidas e respondidas pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como atividade complementar em curso universitário, por exemplo. Pelo Portal e‑Cidadania também é possível opinar sobre projetos e até sugerir novas leis. |
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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Marcelo Castro aponta divisão regional do MDB no segundo turno das eleições
Em pronunciamento em Plenário nesta quarta-feira (14), o senador Marcelo Castro (MDB-PI) afirmou que a divisão política e ideológica do país também se reflete em seu partido.
Segundo ele, os diretórios estaduais do MDB se dividiram entre o apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno.
Marcelo Castro avalia que as diferenças de posicionamento dentro de sua legenda seguem uma distribuição regional: ele destacou que os diretórios que declararam apoio a Lula estão concentrados no Norte e no Nordeste, enquanto os que apoiam Flávio estão, em sua maioria, no Centro-Oeste, no Sudeste e no Sul.
O senador também relacionou essa divisão ao desempenho do MDB nas eleições para o Congresso Nacional.
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