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Polícia Civil deflagra operação para combater receptação de eletroeletrônicos furtados em Várzea Grande

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (26.03), a Operação Tempesta Signal, para combater a receptação de eletroeletrônicos em Várzea Grande. A ação culminou com a recuperação de 14 aparelhos celulares, avaliados em R$ 21.8 mil, e na prisão de 10 pessoas, autuadas por receptação.

Os celulares recuperados pela equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande foram objetos de roubos e furtos ocorridos no município de Várzea Grande.

Um dos aparelhos recuperados havia sido roubado no dia 19 de janeiro, por volta das 07h30, quando a vítima, uma mulher de 46 anos, fazia caminhada no bairro Mapim e foi abordada por dois homens, que, com uma arma de fogo, ordenaram que ela entregasse seu aparelho celular.

O aparelho dela foi recuperado nesta quinta-feira, no bairro Petrópolis, e o receptador afirmou tê-lo adquirido no Shopping Popular de Várzea Grande.

Outro aparelho recuperado hoje foi o roubado de um caminhoneiro no dia 17 de dezembro de 2025. A vítima havia estacionado seu caminhão no pátio de um posto de combustível na Rodovia dos Imigrantes quando, por volta das 19 horas, foi abordada por um homem armado, que ordenou que o caminhoneiro entregasse seu aparelho celular. O celular desta vítima foi recuperado nesta quinta-feira no bairro São Sebastião.

A equipe da Derf de Várzea Grande também recuperou um celular furtado de um idoso, de 78 anos, no dia 07 de janeiro deste ano, dentro do transporte coletivo. O receptador, preso nesta quinta-feira (26.03) ao ser encontrado com o aparelho, alegou tê-lo comprado pelo site OLX.

Outra vítima idosa, de 76 anos, também teve o celular furtado em Várzea Grande, no interior do terminal de ônibus da cidade, e recuperado nesta quinta-feira. O receptador afirmou ter adquirido o aparelho no Shopping Popular de Várzea Grande.

“Combater com veemência o crime de receptação é prioridade para a Derf-VG, porque é o receptador quem financia os crimes de roubos e furtos. Outrossim, o aparelho celular não é apenas um bem patrimonial, nos últimos tempos se tornou uma ferramenta de trabalho indispensável, de modo que, a subtração causa transtornos de toda a ordem para a vítima”, afirmou a delegada Elaine Fernandes.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Emeb Abdala José de Almeida encerra Semana dos Migrantes e Refugiados com apresentação de danças e ato ecológico

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A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Abdala José de Almeida – reuniu nesta sexta-feira (28) as unidades das regiões Leste e Oeste, para o encerramento da 1ª Semana do Imigrante e do Refugiado de Várzea Grande. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Educação Cultura, Esporte e Lazer (Smcel) – por meio do núcleo de programas e projetos – teve por objetivo debater e fortalecer as práticas pedagógicas de acolhimento e valorização da diversidade cultural nas escolas.

A titular da pasta, Maria Fernanda Figueiredo participou do evento e destacou a importância desses movimentos que só as escolas sabem promover, e o quanto isso transforma a vida das crianças, da comunidade e da sociedade. “Sob o tema “Semeando o Futuro” este evento coroou uma semana repleta de reflexões, atividades realizadas em sala de aula, exposições de trabalhos e apresentações culturais desenvolvidas pelos estudantes, e isso tudo é muito relevante porque nós precisamos entender que não temos divisões no mundo, ele é um só e de todos que habitam nele. Então todos os migrantes e refugiados compõem o mesmo espaço do nosso planeta, e é exatamente isso que a escola defende”, ressaltou.

A gestora destacou ainda que a secretaria de Educação, atende atualmente, cerca de 700 alunos de família de migrantes e que todos têm os mesmos direitos assegurados pelos brasileiros natos. “E é por isso que estamos aqui para dizer a vocês que são o futuro do país, que possam viver na prática, combatendo a desigualdade, lutando pelos seus direitos e entendendo que todas as pessoas têm direito ao mesmo céu, o mesmo sol e a mesma lua. Que o acolhimento de hoje seja com certeza a finalização de um trabalho desenvolvido em sala de aula do conteúdo, do planejamento e que hoje está culminando nessas apresentações”.

A coordenadora pedagógica Marilene Silva disse que esse movimento realizado pelas unidades escolares surpreendeu pela qualidade dos trabalhos desenvolvidos durante as apresentações. “Foram três dias de intensas programações. A escola Eunice César abriu o evento na quarta-feira, com apresentações de danças, poesia e artes, ontem os alunos da escola Alino Ferreira apresentaram a chegada dos migrantes no Brasil e hoje os alunos da escola Abdala apresentaram uma coreografia de danças e ato ecológico, com o plantio de mudas. Todos os eventos surpreenderam pela qualidade do enredo e pelo entusiasmo das crianças, todos estão de parabéns”.

Já a professora Zilda Braga, que integra o Núcleo de Programas e Projetos, destacou a participação de todas as unidades escolares envolvidas nessa programação. “A comunidade escolar se uniu para celebrar a riqueza que o intercâmbio de vivências traz para as salas de aula, reforçando o compromisso do município com uma educação inclusiva, humanizada e garantidora de direitos humanos”.

A diretora da Escola Abdala José de Almeida, Helena Fernandes, agradeceu a participação de toda a comunidade escolar e disse que a todas as unidades envolvidas na programação, se dedicaram para a realização do evento na promoção da cultura de paz, fortalecendo ações voltadas ao respeito, à inclusão e ao acolhimento.

Símbolo de resiliência

Assim como o ipê suporta o inverno rigoroso, a seca extrema e o solo muitas vezes árido para depois florescer com uma força que impressiona, o migrante enfrenta a saudade, a distância e as barreiras culturais sem perder a sua essência. E para marcar o evento “Semeando o Futuro”, a comunidade escolar realizou um ato ecológico com o plantio de três mudas de ipê, representando o legado do projeto pedagógico e o compromisso com o futuro sustentável para a comunidade.

A secretária de Educação, Maria Fernanda Figueiredo, fez o plantio de uma muda e destacou que tanto o ipê quanto o migrante guardam suas raízes profundas na terra de origem, mas têm a capacidade extraordinária de se adaptar e embelezar qualquer solo onde decidem recomeçar. “Quando tudo parece seco e difícil, o ipê e o migrante mostram que a verdadeira força vem de dentro, transformando o recomeço em uma explosão de cores, vida e esperança”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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