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Força Tática prende suspeito de tentativa de homicídio em bar de Cáceres

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Policiais militares da Força Tática do 6º Comando Regional prenderam em flagrante, na noite deste domingo (15.3), um faccionado, de 38 anos, suspeito por tentativa de homicídio, em Cáceres (220 km de Cuiabá). Os militares apreenderam uma pistola e um carregador.

Conforme informações do boletim de ocorrência, as equipes receberam informações sobre disparos de arma de fogo em um bar, na Avenida Tancredo Neves. O proprietário do estabelecimento comercial, de 82 anos, foi baleado de raspão na mão. A vítima dispensou atendimento médico.

Por meio de imagens de câmeras de segurança, os militares identificaram quatro pessoas correndo do local e sendo perseguidas pelo suspeito. O denunciado estava em uma bicicleta vermelha, trajando calça jeans e uma camisa verde de manga longa.

No local, as equipes localizaram seis munições deflagradas pelo suspeito. As demais vítimas não foram encontradas. Após a denúncia, as equipes intensificaram o policiamento na região.

Durante o patrulhamento tático no município, os policiais militares receberam informações de que o suspeito estaria escondido em uma residência entre os bairros Massa Barro e Vila Irene, em uma casa utilizada como ponto de compra e venda de entorpecentes.

As equipes identificaram e abordaram o suspeito no local. Com ele foi apreendida uma arma de fogo 9 milímetros e uma munição, além de uma quantia de R$ 50 e a bicicleta utilizada na fuga. O suspeito confessou a tentativa de homicídio, a mando de uma facção criminosa. O homem foi conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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