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Polícia Militar prende dois homens em flagrante suspeitos por furto em Barra do Garças

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Policiais militares do Grupo de Apoio (GAP) do 2º Batalhão recuperaram um notebook furtado e prenderam dois homens em flagrante suspeitos pelo crime, nesta quarta-feira (11.3), em Barra do Garças (520 km de Cuiabá).

De acordo com boletim de ocorrência, as equipes foram acionadas, após uma jovem, de 19 anos, relatar o furto do equipamento enquanto realizava gravações para um trabalho acadêmico, na Praça da Matriz, localizada na Rua José Pedro, em frente à Igreja Católica.

Conforme a vítima, o equipamento estava sobre um banco da praça e desapareceu momentos depois. Testemunhas relataram ter visto dois indivíduos em bicicletas nas proximidades antes do desaparecimento do aparelho.

Com base nas características repassadas e nas imagens de câmeras de segurança da região, os policiais reforçaram o patrulhamento tático nas imediações e conseguiram localizar um dos suspeitos no setor Dermat. Durante a abordagem, ele confessou participação no furto e indicou o endereço de um comparsa envolvido na ação.

Diante do relato, os militares se deslocaram até a residência do segundo suspeito, onde localizaram o notebook em um dos quartos. No local, também foram encontrados um simulacro de arma de fogo e materiais relacionados ao consumo de entorpecentes.

A avó do denunciado contou que ele apareceu na casa e saiu em seguida. O homem foi abordado e detido em um estabelecimento comercial na região central da cidade. A dupla foi levada à delegacia para registro do boletim de ocorrência.


Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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