Polícia
Duas alunas da Escola Militar Tiradentes desaparecem após entrada em colégio em Cuiabá
Polícia
Duas adolescentes estudantes da Escola Militar Tiradentes, localizada no bairro Carumbé, em Cuiabá (MT), estão desaparecidas desde a manhã desta terça-feira (10). O caso mobiliza familiares e autoridades de segurança pública.
De acordo com informações repassadas pela família, as jovens foram identificadas como Luainny Thammirys de Souza Jesus e Julia Vitória da Silva Bretas, ambas alunas da instituição de ensino.
Segundo os relatos, o último contato com a família de Luainny ocorreu por volta das 7h da manhã, por meio de uma mensagem enviada via WhatsApp. Desde então, o telefone celular da adolescente está fora de área ou desligado.
Imagens de câmeras de segurança da escola mostram apenas Luainny entrando no colégio, o que levanta questionamentos sobre o paradeiro das duas estudantes após esse momento.
A mãe de uma das adolescentes informou que a filha não possui envolvimento com atividades ilícitas e também não apresenta histórico de problemas psicológicos, o que aumenta a preocupação da família.
Um Boletim de Ocorrência foi registrado sob o número 2026.78602, e o caso está sendo acompanhado pelas autoridades competentes.
Familiares pedem ajuda da população para localizar as adolescentes. Qualquer informação que possa ajudar nas buscas pode ser repassada pelos telefones:
📞 (65) 99341-3223
📞 (65) 99357-6800
As informações também estão sendo acompanhadas pela Agência Regional de Inteligência do 1º Comando Regional.
A família reforça o apelo para que qualquer pessoa que tenha visto ou tenha informações sobre o paradeiro das jovens entre em contato imediatamente. Qualquer detalhe pode ser fundamental para ajudar nas buscas.
Polícia
Justiça recebe ação do MPMT sobre contratações em Feliz Natal
A Vara Única da Comarca de Feliz Natal (530 km de Cuiabá) recebeu a ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) para apurar supostas irregularidades na política de contratação de pessoal do Município de Feliz Natal e garantir o cumprimento da regra constitucional que exige concurso público para o ingresso no serviço público. A decisão é resultado de ação proposta pela promotora de Justiça Maisa Fidelis Gonçalves Pyrâmides, da Promotoria de Justiça de Feliz Natal. Na ação, a promotoria sustenta que o concurso público com edital de 2024 foi integralmente cancelado pela própria administração municipal após a identificação de irregularidades que comprometeram a lisura do certame. Segundo o procedimento instaurado pelo Ministério Público, mesmo após o cancelamento do concurso e a expedição de recomendação ministerial para realização de um novo concurso público, o município não adotou medidas concretas para recompor seu quadro efetivo de servidores. Um levantamento realizado pelo Ministério Público identificou, em dezembro de 2025, a existência de 602 vínculos de trabalho na administração municipal, sendo 347 servidores efetivos e 255 trabalhadores vinculados por meio de contratos temporários, terceirizações, parcerias com organizações da sociedade civil e outras modalidades não efetivas. Para o MPMT, há indícios de utilização desses vínculos para atender demandas permanentes da administração pública, em possível afronta ao artigo 37 da Constituição Federal. Ao analisar o pedido, o juiz Fernando Akio Maeda determinou que o Município de Feliz Natal seja intimado para, no prazo de 72 horas, manifestar-se apresentando informações atualizadas e esclarecimentos sobre a situação administrativa e as providências eventualmente adotadas para a realização de um novo concurso público. Somente após essa manifestação será analisado o pedido liminar formulado pelo MPMT. Na ação, a promotora de Justiça Maisa Fidelis Gonçalves Pyrâmides requer, entre outras medidas, a elaboração de um plano de regularização do quadro de pessoal, com cronograma para realização de concurso público e substituição gradual dos vínculos precários, além da proibição de ampliação de contratações para funções permanentes, salvo nas hipóteses previstas em lei.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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