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Morre em Cuiabá a jornalista Lauristela Guimarães; prefeita de Várzea Grande manifesta pesar

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A Prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, manifesta profundo pesar pelo falecimento da jornalista Lauristela Guimarães, ocorrido na madrugada desta segunda-feira, 09 de março, no Hospital Santa Rosa, em Cuiabá, após uma longa e corajosa batalha contra o câncer que enfrentava há alguns anos.

Lauristela construiu uma trajetória marcada pela dedicação, sensibilidade e talento. Foi uma profissional reconhecida por muitos anos de trabalho no jornalismo televisivo em Mato Grosso e se destacoue também como editora da Revista Camalote. Bacharel em Direito, empreendedora e CEO da Pousada Boutique Château Camalote, ela reunia em sua vida diferentes expressões de criatividade, trabalho e amor pela cultura.

Mãe e avó, Lauristela também se definia pela arte e pela intensidade com que viveu. “Eu faço arte porque apenas a vida não basta”, frase que traduzia sua forma sensível e apaixonada de olhar o mundo.

A prefeita Flávia Moretti se solidariza com familiares, amigos e todos aqueles que tiveram o privilégio de conviver com Lauristela, desejando força e conforto para enfrentar esta perda .

A família informou que o velório será realizado de forma reservada, apenas para familiares.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.

Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.

“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.

Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.

“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.

A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.

Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.

O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.

As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.

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