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SES recebe reconhecimento por luta contra o sarampo

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) recebeu uma declaração do Ministério da Saúde de reconhecimento e agradecimento pelos esforços para manter o Brasil livre do sarampo. Conforme o documento, a atuação da pasta na investigação do surto de sarampo foi conduzida com prontidão e articulação interinstitucional.

“As medidas tomadas pela Secretaria de Estado de Saúde de forma rápida e imediata contribuíram para que o Brasil não perdesse a certificação de que continua livre da circulação endêmica do vírus de sarampo”, destacou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo.

Segundo o secretário adjunto de Atenção e Vigilância à Saúde da SES, Juliano Melo, a ação contra a doença foi realizada de forma conjunta, envolvendo diversas coordenações, com todas as unidades trabalhando juntas.

“A Vigilância Epidemiológica teve um papel fundamental para este reconhecimento, mas a Coordenação de Imunização e o Laboratório Central de Saúde Pública do Estado também foram imprescindíveis para que a gente atingisse isso. Então todas as ações foram tomadas, as áreas de Atenção à Saúde e Atenção Primária à Saúde também acompanharam o processo”, afirmou.

Conforme a declaração, “a resposta rápida adotada pelo Estado, por meio do Secretário Estadual, gestores e equipe técnica, foi determinante para oportuna detecção, investigação, contenção da transmissão e prevenção de novos casos, fortalecendo as ações de vigilância epidemiológica e contribuindo de forma decisiva para a proteção da saúde da população, demonstrando elevado compromisso com a saúde pública.”

A SES atuou em parceria com as Secretarias Municipais de Saúde, garantindo a distribuição das vacinas, o monitoramento da cobertura vacinal, a investigação de casos suspeitos, a capacitação dos profissionais de saúde para o manejo adequado dos pacientes, a assessoria aos municípios nas ações de prevenção e a apresentação de cenários epidemiológicos para a tomada de decisão.

A unidade móvel do Imuniza Mais MT, acompanhada por um motorista, foi cedida para diversos municípios, o que facilitou o acesso da população à vacina, principalmente em locais mais afastados do centro das cidades.

Em agosto, a dose zero da vacina contra o sarampo foi adotada em todo o Estado, para crianças entre 6 meses e 11 meses e 29 dias. Essa estratégia representou uma proteção antecipada. As doses do calendário vacinal de rotina devem ser mantidas aos 12 e 15 meses.

O sarampo é transmitido por secreções respiratórias e é muito contagioso. Além disso, pode provocar complicações graves e evoluir para a morte, principalmente em crianças pequenas e em pessoas não vacinadas.

Fonte: Governo MT – MT

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Desembargadora compartilha reflexões sobre “Comunicação Não Violenta” com adolescentes

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Mulher de vestido verde discursa ao microfone para uma plateia de jovens sentados em cadeiras. Uma caixa de som preta está no chão em primeiro plano.A presidente do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva ministrou, na manhã desta sexta-feira (7), a palestra “Comunicação Não Violenta” para adolescentes participantes do projeto “15 Anos Solidário: Realizando Sonhos, Construindo Cidadania”, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Assistência Social de Nossa Senhora do Livramento.

O encontro foi realizado no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município e reuniu 47 adolescentes que completam 15 anos em 2026 e integram a quarta edição da iniciativa. O projeto tem como objetivo promover o desenvolvimento pessoal e social das adolescentes, fortalecer a autoestima, superar situações de vulnerabilidade e incentivar o protagonismo juvenil por meio de atividades realizadas ao longo do ano.

Durante a palestra, a desembargadora explicou que a Comunicação Não Violenta propõe um diálogo baseado em quatro pilares: observar sem julgar, reconhecer sentimentos, identificar necessidades e formular pedidos claros. Segundo a magistrada, essa prática ajuda a construir relações mais respeitosas e empáticas.

“É o terceiro ano que fomos convidados e tem sido muito prazeroso participar desse projeto. Queremos proporcionar a essas meninas um momento para pensar no futuro e acreditar nos próprios sonhos. A Comunicação Não Violenta é uma ferramenta que faz diferença na vida de qualquer ser humano, especialmente de quem está nos verdes anos da juventude”, afirmou.

Na sequência, as debutantes participaram de Círculos de Construção de Paz, com atividades voltadas ao autoconhecimento e à construção de projetos de vida. “Hoje o ser humano sente muito a falta de ser escutado. Uma das grandes bandeiras dos Círculos de Construção de Paz é justamente aprender a ouvir com atenção, respeito e foco na paz”, acrescentou a desembargadora.

Para a secretária municipal de Assistência Social, Elizabeth Oliveira, a presença da magistrada representa inspiração para as adolescentes. “Trazer a desembargadora Clarice para falar com essas meninas é muito significativo. Ela tem uma história de vida simples e hoje ocupa um espaço de destaque no Judiciário. Isso mostra às adolescentes que elas também podem sonhar e conquistar seus objetivos”, disse.

Foto em plano médio de uma jovem negra de cabelos cacheados curtos e óculos de grau, sorrindo suavemente. Ao fundo, uma cortina persiana azul.Participante do projeto, a estudante Thaiany Acosta, de 15 anos, contou que saiu do encontro mais confiante em relação ao futuro. “Foi muito gratificante e motivador. Quero lembrar desse momento lá na frente e usar isso como um degrau para alcançar meus sonhos. Pretendo ser advogada criminalista ou arquiteta paisagista e ajudar outras meninas a persistirem nos próprios sonhos”, comentou.
Já a estudante Geovana Ranyelly, também de 15 anos, ressaltou o aprendizado sobre diálogo e paciência. “A roda de conversa foi maravilhosa, nós conversamos muito. Também aprendi sobre comunicação não violenta, a ter um pouco mais de paciência, saber conversar e me comunicar, e isso me motiva muito. Meu sonho é fazer faculdade. Quero me formar em Agronomia ou ser uma grande empresária”, pontuou.

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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