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Vigia Mais MT ajuda na recuperação de 26 veículos com placa clonada em dois anos

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O programa Vigia Mais MT, da Secretaria de Segurança Pública (Sesp), identificou e ajudou na recuperação 26 veículos roubados ou furtados que estavam circulando em Mato Grosso com placas clonadas, entre janeiro de 2024 a outubro de 2025.

Conforme dados do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), somente neste ano foram 17 veículos recuperados e outros nove no ano passado.

Entre os veículos recuperados este ano está um Volkswagem CrossFox, avaliado em R$ 38 mil, que havia sido furtado em setembro em Várzea Grande e que estava circulando com uma placa de um veículo da cidade de Quatro Barra do Paraná.

O veículo foi identificado por uma câmera do programa Vigia Mais MT e localizado na Avenida Doutor Hélio Ribeiro, região do bairro Alvorada, e com apoio de agentes do Ciosp foi recuperado pela Polícia Militar, três dias depois do roubo.

A identificação dos veículos clonados é possível com ajuda de câmeras do programa Vigia Mais MT que fazem leitura de placa de veículo e alertam a existência de clones, comparando a frota de Mato Grosso e até mesmo com a de outros estados.


De acordo com o coordenador do Centro Integrado de Operações Segurança Pública (Ciosp), tenente coronel Wangles Santos Lino, o programa Vigia Mais MT está vinculado ao banco de dados nacional de veículos, o que facilita a identificação dos clones.

“Antes para identificar um veículo clonado, os policiais precisavam realizar uma blitz e checar a placa, comparar o número do motor e chassi, consultando no banco de dados nacional. Hoje temos câmeras espalhadas por toda cidade realizando essa checagem constantemente 24 horas por dia”, destacou.

“Essas câmeras são capazes de ler 30 placas por segundo. O programa agiliza a identificação de veículos clonados e gerou mais rapidez na devolução dos veículos aos proprietários que tiveram seus veículos roubados ou furtado”, completou.


Veículo flagrado por câmeras com placa clonada do estado do Paraná

Fonte: Governo MT – MT

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Desembargadora compartilha reflexões sobre “Comunicação Não Violenta” com adolescentes

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Mulher de vestido verde discursa ao microfone para uma plateia de jovens sentados em cadeiras. Uma caixa de som preta está no chão em primeiro plano.A presidente do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva ministrou, na manhã desta sexta-feira (7), a palestra “Comunicação Não Violenta” para adolescentes participantes do projeto “15 Anos Solidário: Realizando Sonhos, Construindo Cidadania”, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Assistência Social de Nossa Senhora do Livramento.

O encontro foi realizado no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município e reuniu 47 adolescentes que completam 15 anos em 2026 e integram a quarta edição da iniciativa. O projeto tem como objetivo promover o desenvolvimento pessoal e social das adolescentes, fortalecer a autoestima, superar situações de vulnerabilidade e incentivar o protagonismo juvenil por meio de atividades realizadas ao longo do ano.

Durante a palestra, a desembargadora explicou que a Comunicação Não Violenta propõe um diálogo baseado em quatro pilares: observar sem julgar, reconhecer sentimentos, identificar necessidades e formular pedidos claros. Segundo a magistrada, essa prática ajuda a construir relações mais respeitosas e empáticas.

“É o terceiro ano que fomos convidados e tem sido muito prazeroso participar desse projeto. Queremos proporcionar a essas meninas um momento para pensar no futuro e acreditar nos próprios sonhos. A Comunicação Não Violenta é uma ferramenta que faz diferença na vida de qualquer ser humano, especialmente de quem está nos verdes anos da juventude”, afirmou.

Na sequência, as debutantes participaram de Círculos de Construção de Paz, com atividades voltadas ao autoconhecimento e à construção de projetos de vida. “Hoje o ser humano sente muito a falta de ser escutado. Uma das grandes bandeiras dos Círculos de Construção de Paz é justamente aprender a ouvir com atenção, respeito e foco na paz”, acrescentou a desembargadora.

Para a secretária municipal de Assistência Social, Elizabeth Oliveira, a presença da magistrada representa inspiração para as adolescentes. “Trazer a desembargadora Clarice para falar com essas meninas é muito significativo. Ela tem uma história de vida simples e hoje ocupa um espaço de destaque no Judiciário. Isso mostra às adolescentes que elas também podem sonhar e conquistar seus objetivos”, disse.

Foto em plano médio de uma jovem negra de cabelos cacheados curtos e óculos de grau, sorrindo suavemente. Ao fundo, uma cortina persiana azul.Participante do projeto, a estudante Thaiany Acosta, de 15 anos, contou que saiu do encontro mais confiante em relação ao futuro. “Foi muito gratificante e motivador. Quero lembrar desse momento lá na frente e usar isso como um degrau para alcançar meus sonhos. Pretendo ser advogada criminalista ou arquiteta paisagista e ajudar outras meninas a persistirem nos próprios sonhos”, comentou.
Já a estudante Geovana Ranyelly, também de 15 anos, ressaltou o aprendizado sobre diálogo e paciência. “A roda de conversa foi maravilhosa, nós conversamos muito. Também aprendi sobre comunicação não violenta, a ter um pouco mais de paciência, saber conversar e me comunicar, e isso me motiva muito. Meu sonho é fazer faculdade. Quero me formar em Agronomia ou ser uma grande empresária”, pontuou.

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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