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Deputado Max Russi defende urgência na aprovação da aposentadoria especial para ACS e ACE

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O deputado Max Russi (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), recebeu nesta terça-feira (11), a visita dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e dos Agentes de Combate às Endemias (ACE), e voltou a destacar sua luta histórica pela valorização e a defesa da categoria.

“Essas lideranças vêm constantemente trazer pautas e cobranças importantes para a categoria, e nosso gabinete tem atendido. Desde o meu primeiro mandato. É uma luta justa por uma categoria que faz muito pela saúde do nosso Estado”, afirmou Max Russi.

O deputado reforçou a importância da aprovação, no Senado Federal, do Projeto de Lei Complementar (PLC) 185/2024, que regulamenta a aposentadoria especial para esses profissionais.

“Como deputado municipalista e presidente da Assembleia, faço um apelo aos nossos senadores, que votem o PLP 185. Essa é uma prioridade da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. É uma necessidade, é um direito, e nossos agentes merecem esse reconhecimento”, destacou o parlamentar.

Max Russi reafirmou que seguirá empenhado na articulação política e institucional em defesa da categoria. “Vamos juntos, Senado Federal e Assembleia Legislativa, apoiar essa demanda importante para todo o Brasil. Juntos venceremos, porque Deus está no comando e a união faz a força”, concluiu o deputado.

PLC 185/2024- Prevê a concessão de aposentadoria especial aos ACS e ACE, com idade mínima de 52 anos para homens e 50 anos para mulheres, após 20 anos de efetivo exercício na função. O texto garante integralidade (salário integral na aposentadoria) e paridade (reajustes iguais aos dos servidores da ativa).

Fonte: ALMT – MT

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Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.

Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.

“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.

Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.

“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.

A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.

Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.

O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.

As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.

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