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Escola de Cuiabá é referência em qualidade de ensino com múltiplas atividades

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Um ambiente rico na produção diária da aprendizagem e expansão do conhecimento às crianças. Assim pode ser definida a rotina e o ambiente da Escola Ana Cristina Teresa Krauze, localizada no bairro Jardim Industriário II, em Cuiabá.

Nas últimas sete avaliações do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), instrumento do Ministério da Educação para avaliar o desempenho de alunos e professores, a unidade alternou entre o primeiro e segundo lugar como melhor escola de Cuiabá.

A diretora Amanda Laura Siqueira Alt atribui os bons resultados a um trabalho conjunto dos profissionais da educação.

“Professores e técnicos desenvolvem um trabalho sistematizado. Quando se trabalha bem a pré-escola, a criança vai ter adquirido as habilidades necessárias, para que nos anos seguintes, siga em pleno desenvolvimento. Por isso, conseguimos estes ótimos resultados no Ideb”.

Atualmente, são 40 professores e 710 estudantes matriculados. Destes, 27 são PCDs (Pessoas com Deficiências). São 26 turmas do pré-escolar ao 5º ano. São 13 em cada turno (matutino e vespertino). A estrutura da escola oferece biblioteca e auditório.

Além das tradicionais aulas de Língua Portuguesa, Matemática, Educação Artística e Ciências Sociais, são oferecidas diversas atividades extraclasses em contraturno escolar. Ou seja, quem estuda de manhã, pode fazer a atividade à tarde e vice-versa. Os alunos ainda tem a livre escolha de participar de mais de uma atividade.

Música e fanfarra

Uma das ações inovadoras são aulas de teatro e música aplicadas pelo projeto de educação integral.

De segunda a quinta, os estudantes têm aulas de flauta, teclado, baixo, violão, cordas musicais, xilofone, bongô, baixo elétrico, guitarra e violão. Nos mesmos dias da semana, também ocorrem os ensaios da fanfarra na quadra.

O professor de música, José Augusto, trabalha um amplo repertório com aparelhos que pertencem a escola. Ele explica qual a ideia central de trabalhar a música com os estudantes. “Nossas aulas de música duram de uma a duas horas, depende muito da dinâmica aplicada. A ideia é trabalhar o vocabulário, a criatividade e a expressão. Música é sinônimo de vida. Trabalha a memória, concentração e raciocínio”.

O estudante Pedro Lucca, de 10 anos, revela que sempre está disposto a participar das aulas de música. “Há 2 anos eu toco bateria e participo da fanfarra. Estudo de manhã e sempre participo à tarde”.

Cultura e jogos

A escola também oferece oficina de teatro e jogos pedagógicos (xadrez e jogos vinculados a alfabetização de Português e Matemática).

“Nós trabalhamos com metodologias diversas. São treinamentos para melhorar o raciocínio, palavras cruzadas, caça palavras, estimular o aprendizado”, detalha a professora Anyele Bolsonello.

A professora de teatro, Nayla de Jesus Barbosa, revela que as peças teatrais são desenvolvidas para fortalecer a conscientização a partir da abordagem de temas sociais. “Nesta reta final de ano, estamos ensaiando peças de teatro que combatem o bullying e também de valorização da fé no Natal”.

Esporte

Outra opção que a escola oferece é a prática de vôlei por meio do programa “Vôlei Kids”, desenvolvido em parceria com o Instituto Desportivo da Criança. “Trabalhamos com crianças de 7 a 16 anos. Marcamos presença nas escolas mais afastadas do perímetro urbano. A participação é condicionada ao bom desempenho escolar”, explica a professora Vanessa Arend.

O aluno do 4º ano, Pedro Arantes, é um dos integrantes do “VôleiKids”. Ele diz que não perde nenhum dia de atividade. “Faz onze meses que estou jogando vôlei. Me divirto muito com meus colegas. Sempre faço questão de vir a tarde”.

O “Vôlei Kids” ocorre nas segundas e quartas. São 50 crianças atendidas de manhã e outras 50 a tarde.

Inclusão

As crianças neurodivergentes tem a opção de participar de até duas horas semanais da sala multifuncional. Com acompanhamento de professores especializados, a sala dispõe de tablet e outros itens destinados a complementar ou suplementar o ensino regular, promovendo o desenvolvimento integral e a inclusão desses alunos, via atividades e materiais adaptados.

A escola Ana Tereza Arcos Krause tem banheiro masculino e feminino adaptado para PCDs.

Aprovação

A estudante Vitória Castro, matriculada no 5º ano, diz que adora as atividades extraclasses. “Eu participo do vôlei e fanfarra. São projetos legais que me distraem bastante”.

A aluna Brenda Titon, do 5º ano, toca flauta, violão e participa da fanfarra. “São atividades que me deixam mais próximo dos meus colegas e me distraem bastante”.

Confira o desempenho da Escola Ana Teresa Arcos Krause nas últimas avaliações do Ideb:

2011 – 2° Lugar

2013 – 1º Lugar

2015 – 1º Lugar

2017 – 1º Lugar

2019 – 2º Lugar

2021 – 1º Lugar

2023 – 2º Lugar

#PraCegoVer

A foto ilustra crianças jogando xadrez numa sala de aula. Um menino veste camisa amarela e os demais o uniforme oficial da Prefeitura de Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Salas Acolher + Saúde fortalecem rede de proteção com atuação integrada em Cuiabá

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Mulheres em situação de violência contam com atendimento integrado e mais próximo de casa por meio das Salas Acolher + Saúde, estratégia da Prefeitura de Cuiabá que ampliou de dois para quatro os espaços destinados ao acolhimento. As salas funcionam em Unidades de Saúde da Família (USFs) e integram as ações das secretarias municipais de Saúde e da Mulher.

Atualmente, as Salas Acolher + Saúde estão instaladas nas USFs Jockey Clube, Grande Terceiro, CPA 4 e Ribeirão da Ponte. Nesses espaços, as mulheres recebem atendimento multiprofissional, de acordo com as necessidades apresentadas. Entre os profissionais disponíveis estão psicólogos, enfermeiros, médicos, odontólogos, nutricionistas e assistentes sociais.

De acordo com a secretária da Mulher, tenente-coronel Hadassah Suzannah, a integração entre as duas secretarias permite encaminhar as mulheres de acordo com as necessidades identificadas durante o atendimento. “As Salas Acolher + Saúde são uma estratégia da Prefeitura de Cuiabá para ampliar o atendimento às mulheres em situação de violência. A Secretaria da Mulher trabalha integrada com a Secretaria de Saúde, de maneira que as mulheres que estejam em situação de violência tenham real atendimento dentro da Prefeitura de Cuiabá”, destacou.

O fluxo entre os serviços das duas secretarias funciona nos dois sentidos. Mulheres atendidas nas unidades de saúde podem ser encaminhadas aos serviços da Secretaria da Mulher, enquanto aquelas que chegam primeiro à rede de proteção também podem ser direcionadas para atendimento na área da saúde.

A secretária adjunta de Atenção Primária, Cinara Thaís Silva de Brito Sobrinho, destaca que a ampliação dos espaços permitiu descentralizar o atendimento e aproximá-lo dos bairros. “Anteriormente nós tínhamos duas Salas Acolher + Saúde. Hoje nós temos quatro, ou seja, nós duplicamos para que essas mulheres tenham mais acesso e, principalmente, dentro do território, garantindo que cada regional de saúde tenha pelo menos uma sala”, afirmou.

Cinara também enfatizou que as Salas Acolher + Saúde funcionam como porta aberta. “Isso significa que a mulher não precisa morar na região onde está localizada a unidade para buscar atendimento. Ela pode procurar qualquer um dos quatro espaços e será acolhida pela equipe”, completou.

Com foco na descentralização do atendimento, a Prefeitura de Cuiabá substituiu as antigas Salas da Mulher das UPAs pelas Salas Acolher + Saúde, ampliando o acesso e fortalecendo a rede de proteção às mulheres. Em casos de violência sexual ocorridos em até 72 horas, a orientação é procurar o Hospital Universitário Júlio Muller, onde funciona o Projeto Ipê.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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